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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Índia interessada em drones ‘suicidas’ israelenses IAI Harop

O Ministério da Defesa da Índia está interessado na aquisição de 15 drones “suicidas” Harop, fabricados pelo grupo israelense IAI (Israel Aerospace Industries).


Por Roberto Lopes | Poder Aéreo

A informação, divulgada na última quinta-feira (31.01) pelo portal de notícias vietnamita DatViet, reproduz uma notícia publicada, originalmente, no início da semana que passou, pelo conceituado jornal The Jerusalem Post (o mais importante diário israelense no idioma inglês).


Resultado de imagem para IAI Harop
IAI Harop | Reprodução

Segundo o Post, a encomenda das aeronaves já foi feita. Mas não há confirmação desse pedido, ou indicação de seus custos.

A primeira menção ao IAI Harop data de 2013, época em que o veículo foi apresentado como um “drone anti-radiação”, isto é, um vetor que detectava a fonte de emissões de radar do inimigo e a atacava diretamente, colidindo com ela como um carro-bomba, ou um “bombardeiro suicida” – imagem lançada pelos aviões “kamikaze” japoneses que se projetavam sobre os porta-aviões e demais navios americanos de superfície no Oceano Pacífico, durante a 2ª Guerra Mundial.

Mais tarde a indústria israelense estabeleceu que o Harop poderia ser programado, ou controlado, para atacar qualquer tipo de alvo.

Motor-foguete 

Uma das maiores vantagens desse UAV (Unmanned Aircraft Vehicle) é que ele decola movido por um motor-foguete, que queima combustível durante alguns segundos – o bastante para que ele se estabilize em voo, e acione um propulsor a hélice.

Isso o habilita a alçar voo a partir de curtas pistas de pouso em terra, ou mesmo de um contêiner a bordo de um barco de guerra pequeno, como lanchas lança-mísseis, corvetas ou fragatas.

No ar seu voo é facilitado por uma envergadura de asa da ordem de 3 metros.

O Harop pode operar continuamente por cerca de 6 horas, e nesse espaço de tempo cobrir até 1.000 km. Sua velocidade é, contudo, mantida em segredo.

Caso não detecte seu alvo – e, portanto, não mergulhe para o ataque – o Harop pode, eventualmente, voar de volta à base (ou até um aeródromo amigo) e pousar suavemente, em perfeita segurança, como qualquer UAV dotado de inofensivas câmeras de alta resolução, para reconhecimento.

A capacidade de destruição do IAI Harop reside na ogiva que ele transporta, de 23 kg de alto explosivo.

Fontes israelenses citadas pela reportagem do The Jerusalem Post especulam que Israel tenha destruído o sistema de defesa aérea russo Pantsir-S1 (viatura que transporta um mix de canhões de tiro rápido e mísseis), na Síria, com a “munição Harop”.

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