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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Inteligência artificial de drones chineses poderia provocar guerra acidentalmente?

A China está desenvolvendo drones militares que poderiam liderar o desenvolvimento de tecnologias com inteligência artificial, além de provocar uma guerra acidentalmente, aponta relatório.


Sputnik

Pequim desenvolveu um drone bombardeiro desconhecido, além de um drone de combate furtivo, que seria capaz de atacar sem a necessidade de pressionar qualquer botão, conforme publicação do Daily Mail


Drone chinês Wing Loong
Drone chinês Wing Loong © Sputnik / Sergey Mamontov

A tecnologia do drone funcionaria "simplesmente como o cérebro de um humano" em tempos de guerra, segundo pesquisa realizada pelo Centro para uma Nova Segurança Americana.

"Oficiais chineses expressaram preocupação que o uso excessivo de sistemas de inteligência artificial causaria percepções errôneas e intensificação de conflitos intencionais", afirma o relatório.

Além disso, muitas autoridades chinesas acreditam que a elevada utilização de inteligência artificial seja inevitável e que esteja avançando descontroladamente.

O relatório também afirma que a utilização excessiva de inteligência artificial no mercado global de armas pode vir a provocar uma corrida de armas inteligentes.

Segundo Zeng Yi, diretor de uma empresa chinesa de defesa, mencionou que futuramente, nas guerras inteligentes, o sistema de inteligência artificial trabalhará apenas através do cérebro humano, ou seja, a supremacia da inteligência será fundamental para uma futura guerra.

Recentemente, a China revelou seu drone bombardeiro, que completou seu primeiro voo. O Wing Loong I-D, um drone de combate e espião, pode transportar mais de 10 tipos diferentes de armas, além da sua capacidade de voar 35 horas sem reabastecer.

Há também o Blowfish A2, um helicóptero drone, que possui uma AK-47, entre outras armas, para elevar seu poder de fogo e o drone de combate furtivo, Rainbow-7, que pode atingir uma velocidade maior do que 800 km/h a uma altura de 13.000 metros.

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