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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Interesse do Paquistão pelo caça furtivo chinês J-31 preocupa a Índia

O Paquistão está interessado no caça furtivo Shenyang J-31 (FC-31) da China, aeronave de quinta geração bimotor revelada no airshow de Zhuhai.


Poder Aéreo

Informes dizem que a Força Aérea do Paquistão tem interesse em adquirir de até 30 a 40 caças Shenyang J-31.

Shenyang J-31
Shenyang J-31

A Índia, que só terá seus caças furtivos provavelmente na próxima década, está preocupada se tal aquisição vier a se concretizar.

As nações que enfrentam restrições de exportação dos EUA ou não podem arcar com os custos do Lockheed Martin F-35 poderão adquirir o J-31, um caça furtivo mais barato, acessível a países com baixo orçamento.

Se a China vier a exportar esses caças furtivos de 5ª geração para o Paquistão, isso certamente trará muitos desafios para a Índia, que teve problemas com a Rússia no desenvolvimento do FGFA, baseado no PAK FA, agora Su-57.

O J-31 é um caça menor que o Chengdu J-20, parecendo um F-35 bimotor. Ele possui duas baias de armas internas para transportar mísseis de médio ou longo alcance, bombas e outras armas ar-superfície.

Foi revelado mais recentemente que a China estaria desenvolvendo uma versão embarcada em porta-aviões do J-31/FC-31 para equipar os futuros porta-aviões chineses com catapultas eletromagnéticas.

Comentários

Tento imaginar como seria bom ter uns desses por aqui.

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