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Crise na Venezuela: O que se sabe sobre os aviões militares russos que chegaram ao país

A chegada de dois aviões da Força Aérea russa carregados de militares e armamentos à Venezuela, no último fim de semana, gerou uma série de especulações e reacendeu o temor de uma escalada da tensão internacional.
Guillermo D. Olmo | BBC News Mundo na Venezuela

A crise no país se agrava desde janeiro deste ano, quando o líder oposicionista Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino, acusando Nicolás Maduro de usurpar o poder por meio de eleições ilegítimas.

O cenário da Venezuela, que vem sofrendo com diversos apagões, expôs a rivalidade do país sul-americano com os Estados Unidos e seus aliados (que apoiam Guaidó); por outro lado, Rússia, Cuba e China seguem, por razões diversas, dando suporte ao governo chavista.

A presença militar russa na Venezuela foi alvo de protestos do secretário de Estado americano, Mike Pompeo - os EUA foram os primeiros a reconhecerem Guaidó como presidente interino.

Em conversa por telefone com o ministro das Relações Exteriores russo, Serguéi Lavrov, Pom…

Irã acusa EUA de apoiarem 'ditadores e carniceiros' que levaram ruína ao Oriente Médio

O chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, escreveu em sua conta do Twitter sobre as novas acusações americanas em relação ao Irã e acusou os EUA de apoiarem "ditadores e extremistas" na região do Oriente Médio.


Sputnik

"Os iranianos — incluindo os nossos compatriotas judeus — estão comemorando 40 anos de progresso apesar da pressão dos EUA, assim como Donald Trump acabou de fazer novamente acusações contra nós. A hostilidade dos EUA levou-os a apoiar ditadores, carniceiros e extremistas, que apenas trouxeram a ruína à nossa região", escreveu Mohammad Zarif.


Mulher iraniana segura bandeira nacional enquanto passa por um muro representando a Estátua da Liberdade na parede da antiga embaixada dos EUA em Teerã (foto de arquivo)
© AFP 2018 / BEHROUZ MEHRI

A declaração do chefe da diplomacia iraniana, feita no dia 5 de fevereiro, veio um dia após o comunicado do presidente dos EUA, Donald Trump, de que as forças dos EUA irão permanecer no Iraque para monitorar o Irã.

O presidente iraniano Hassan Rouhani afirmou em resposta que esse comunicado (onde o Irã é mencionado) mostra as "mentiras americanas" relativamente ao combate ao terrorismo. Anteriormente, o líder norte-americano havia culpado a República Islâmica de desempenhar um papel desestabilizador na região.

"No outono passado, implementámos as sanções mais duras impostas por nós a um país. Não vamos tirar os olhos de um regime que grita 'morte à América' e ameaça o povo judeu com genocídio. Nunca devemos ignorar o veneno do antissemitismo ou aqueles que propagam essa crença venenosa", disse Trump ao falar diante de ambas as câmeras do Congresso dos EUA no dia 5 de fevereiro.

Após a retirada de Washington do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA) em 2018, os EUA restabeleceram as sanções contra o Irã, visando atingir especificamente as exportações de petróleo de Teerã, as operações portuárias e as companhias de navegação iranianas, bem como as transações das instituições financeiras com o Banco Central do país árabe.

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