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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Irã é ameaça crescente às rotas de navegação no Oriente Médio, diz vice-almirante dos EUA

Teerã está usando suas crescentes capacidades militares e rotas marítimas do Oriente Médio para expandir seu modelo na região, alertou o chefe do Comando Central das Forças Navais dos EUA (Navcent), James Malloy.


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"[Iranianos] estão aumentando a sua capacidade em mísseis de cruzeiro, aumentando a sua capacidade em mísseis balísticos, aumentando a sua capacidade em sistemas de superfície autónomos, tudo isto que vemos é de natureza ofensiva e desestabilizadora", disse o vice-almirante.


Navios militares iranianos durante reabastecimento, no Porto Sudão, em 6 de maio de 2014
Navios militares iranianos © AFP 2018 / STR

Durante uma reunião na quarta-feira (13), Malloy afirmou a repórteres no Bahrein que o Irã está usando as hidrovias da região para exportar "materiais, armas e mísseis para seus seguidores regionais, a fim de difundir sua versão dessa região, com eles [iranianos] como força dominante", além de acusar Teerã de contrabando de armas e mísseis.

"Já os vimos no mar Vermelho com sistemas não tripulados, aéreos e de superfície, já os vimos usando o transporte marítimo para exportar seu modelo da região com eles no comando, desestabilizando os países que podem se opor a seu modo de pensar", complementou.

O vice-almirante americano se mostra confiante quanto às capacidades de contenção dos EUA na região, que contam com o apoio de países aliados, como o Reino Unido, além de 21 navios, incluindo barcos-patrulha, dragaminas e navios da guarda costeira.

Por ser uma das rotas petrolíferas mais importantes do mundo, a zona marítima em que o Irã opera (que inclui o estreito de Ormuz, que liga o golfo de Omã ao golfo Pérsico), é a via através da qual passa mais de um terço de todo o petróleo bruto transportado por via marítima.

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