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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Irã promete dar resposta dura a Israel se este continuar ataques na Síria

O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Shamkhani, anunciou que se os ataques na Síria continuassem Israel receberia uma resposta dura que seria uma "lição moralizante", comunica a agência IRNA.


Sputnik

Segundo os dados da agência, a declaração foi feita na terça-feira (5) durante o encontro com o ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid Muallem, em Teerã.


Imagens da fronteira entre Israel e Síria, nas Colinas de Golã (foto de arquivo)
Fronteira entre Israel e Síria © AFP 2018 / Jalaa Marey

"Em caso de continuação de tais ações, serão tomadas as medidas previstas para contenção e uma resposta decidida e simétrica que serão uma lição moralizante para os governantes mentirosos e criminosos de Israel", disse Shamkhani ao falar sobre a "agressão" israelense na Síria.

Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores da Síria, falando sobre a presença dos conselheiros militares iranianos na Síria destinada a ajudar na luta contra o terrorismo, declarou que o governo sírio considera como sua obrigação garantir a segurança das forças iranianas que estão no país.

Israel ataca periodicamente a Síria. A última vez foi em janeiro do ano corrente, quando a parte israelense comunicou que lançou ataques contra armazéns iranianos na Síria e vários sistemas de defesa antiaérea que abriram fogo contra os aviões que participaram do bombardeamento. A ação, a mais devastadora desde maio do ano passado, foi considerada pelos militares israelenses como resposta a uma tentativa registrada na véspera de lançar foguetes contra as colinas de Golã.

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