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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Israel e árabes estão unidos para avançar em guerra contra o Irã, diz Netanyahu

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, elogiou nesta quarta-feira uma reunião que teve com o ministro de Relações Exteriores de Omã, afirmando que ela representa a união dos interesses israelenses e árabes em uma guerra contra o Irã.


Sputnik

"O que é importante nesta reunião - e esta reunião não é secreta, porque são muitas - é que esta é uma reunião aberta com representantes dos principais países árabes, que estão sentados juntos com Israel para fazer avançar a interesse de guerra com o Irã", declarou.


Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na reunião semanal de gabinete em Jerusalém, 16 de setembro de 2018
Benjamin Netanyahu © AP Photo / Sebastian Scheiner

A afirmação foi feita por Netanyahu em Varsóvia, na Polônia, que é palco da Reunião Ministerial para Promover um Futuro de Paz e Segurança no Oriente Médio, depois do seu encontro com o chanceler de Omã, Yusuf bin Alawi bin Abdullah.

"A partir daqui, vou a uma reunião com 60 ministros de Relações Exteriores e enviados de países de todo o mundo contra o Irã", acrescentou o primeiro-ministro israelense, que adiantou que o seu foco no presente é expulsar o Irã da Síria.

O governo de Tel Aviv vem fazendo nos últimos anos movimentos de aproximação com antigos rivais árabes no Oriente Médio, como a Arábia Saudita, em prol de um discurso anti-Irã na região. A movimentação conta com o apoio da política externa dos Estados Unidos.

Nesta semana, durante as celebrações do 40º aniversário da Revolução Islâmica no Irã, Netanyahu alertou que a comemoração "poderia ser a última" do atual governo de Teerã, em uma afirmação que foi interpretada como uma nova ameaça pelos persas.

Do lado iraniano, a afirmação desta quarta-feira do líder israelense foi tratada com ironia, como mostra uma postagem no Twitter do ministro de Relações Exteriores da República Islâmica, Mohammad Javad Zarif.

"Nós sempre soubemos das ilusões de Netanyahu. Agora, o mundo - e os que participam do [Circo de Varsóvia] - também sabem", escreveu.

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