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EUA e Rússia revivem a Guerra Fria no Oriente Médio com duas cúpulas

Reuniões paralelas, na Polônia e na Rússia, representaram a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito entre Israel e a Palestina
Juan Carlos Sanz e María R. Sahuquillo | El País
Sochi / Jerusalém - Em 1991, a Conferência de Madri estabeleceu um modelo para o diálogo multilateral no Oriente Médio após o fim da Guerra Fria, que havia colocado Washington contra Moscou na disputa pela hegemonia em uma região estratégica. Transcorridos mais de 27 anos, dois conclaves paralelos representaram nesta quinta-feira em Varsóvia (Polônia) e Sochi (Rússia) a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito israelo-palestino. Os Estados Unidos e a Rússia, copresidentes em Madri em 1991, já não atuam mais como mediadores para aliviar as tensões e, mais uma vez, assumem um lado entre as partes conflitantes.

No fórum da capital polonesa, a diplomacia dos EUA chegou a um impasse ao reunir mais de 60 países em uma reu…

Itália veta reconhecimento da UE em prol de Guaidó, diz fonte diplomática

A Itália teria vetado a declaração da União Europeia de reconhecimento do presidente da Assembleia Nacional bolivariana, Juan Guaidó, como presidente interino do país.


Sputnik

Roma, todavia, não confirmou as informações oferecidas pela fonte à Sputnik, que surgem um pouco depois de o ex-chanceler italiano, Manlio Di Stefano, ter dito que a Itália não reconhece o líder da oposição bolivariana como presidente interino da nação.


Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó
Juan Guaidó © REUTERS / Manaure Quintero

"De acordo com uma informação que tenho, a Itália, em uma reunião informal dos ministros das Relações Exteriores dos países-membros da UE de 31 de janeiro a 1º de fevereiro em Bucareste, vetou uma declaração em benefício da União Europeia, que deveria ser feita pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, que disse que a UE reconheceria Guaidó se novas eleições presidenciais não forem organizadas", revelou uma fonte diplomática à Sputnik.

Além do mais, de acordo com a fonte, foi anunciado que a União Europeia, juntamente com o Uruguai, planeja organizar o primeiro encontro ministerial de proporção internacional para discutir a situação venezuelana no dia 7 de fevereiro em Montevidéu.

No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu solicitou à chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, e aos governos dos países-membros, que se juntem ao reconhecimento do líder da oposição.

Seis dias antes, a Alemanha, a França, a Espanha, o Reino Unido e a Holanda prometeram reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela se novas eleições não forem anunciadas no país em um prazo de oito dias a partir de 26 de janeiro.

Não só os EUA e a União Europeia apoiam Guaidó, mas também uma série de países da América Latina, inclusive o Brasil, manifestaram apoio à oposição venezuelana. Ao lado de Nicolás Maduro estão diversos países, dentre eles a Rússia e a China.

Em 23 de janeiro, o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país durante protestos antigovernamentais nas ruas de Caracas.

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