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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Justiça russa rejeita recurso contra detenção de 4 marinheiros ucranianos

O Tribunal de Moscou rejeitou nesta quinta-feira um recurso contra o prolongamento da prisão preventiva decretada contra quatro dos 24 marinheiros da Ucrânia detidos em novembro do ano passado e acusados de violar as águas territoriais russas no mar Negro, perto do estreito de Kerch.


EFE

Moscou - A sentença deixou em vigor e sem alterações a decisão de um tribunal do distrito de Lefortovo, instância inferior, de deixar os marinheiros em prisão preventiva até o dia 24 de abril.


Vários dos marinheiros ucranianos detidos na Rússia. EFE/ Sergei Ilnitsky
Vários dos marinheiros ucranianos detidos na Rússia. EFE/ Sergei Ilnitsky

Outros dois recursos similares contra essa mesma medida cautelar adotada contra os outros 20 ucranianos serão estudados pela instância judicial superior da capital russa em audiências que acontecem nos dias 12 e 13 de fevereiro.

O Serviço Federal de Segurança russo (FSB, antiga KGB) negou que os marinheiros ucranianos detidos sejam prisioneiros de guerra, já que "Rússia e Ucrânia não estão em estado de guerra".

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