Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Justiça russa rejeita recurso contra detenção de 4 marinheiros ucranianos

O Tribunal de Moscou rejeitou nesta quinta-feira um recurso contra o prolongamento da prisão preventiva decretada contra quatro dos 24 marinheiros da Ucrânia detidos em novembro do ano passado e acusados de violar as águas territoriais russas no mar Negro, perto do estreito de Kerch.


EFE

Moscou - A sentença deixou em vigor e sem alterações a decisão de um tribunal do distrito de Lefortovo, instância inferior, de deixar os marinheiros em prisão preventiva até o dia 24 de abril.


Vários dos marinheiros ucranianos detidos na Rússia. EFE/ Sergei Ilnitsky
Vários dos marinheiros ucranianos detidos na Rússia. EFE/ Sergei Ilnitsky

Outros dois recursos similares contra essa mesma medida cautelar adotada contra os outros 20 ucranianos serão estudados pela instância judicial superior da capital russa em audiências que acontecem nos dias 12 e 13 de fevereiro.

O Serviço Federal de Segurança russo (FSB, antiga KGB) negou que os marinheiros ucranianos detidos sejam prisioneiros de guerra, já que "Rússia e Ucrânia não estão em estado de guerra".

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas