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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Kremlin: imposição de quaisquer soluções é interferência direta nos assuntos da Venezuela

O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, declarou que o desejo de legitimar a tentativa de usurpar o poder na Venezuela é uma interferência direta nos assuntos do país, que não contribui para a solução efetiva e pacífica da crise.


Sputnik

"Qualquer solução para a crise política interna da Venezuela só é possível pelos próprios venezuelanos. A imposição de soluções ou legitimar a tentativa de usurpar o poder é, em nossa opinião, tanto uma interferência direta quanto indireta nos assuntos internos da Venezuela", disse Peskov.


Manifestantes entram em conflito com a polícia durante manifestação para exigir um referendo para destituir o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas, 1º de setembro de 2016
© REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

O comunicado do porta-voz russo a repórteres foi feito enquanto comentava o reconhecimento pelos países da União Europeia de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.

Segundo o representante do Kremlin, essa interferência "não contribui de forma alguma para uma solução pacífica, eficaz e viável da crise vivida pelos venezuelanos, que […] devem ultrapassar sozinhos a crise".

Na segunda-feira (4), o premiê da Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu o líder oposicionista do país caribenho. Logo após a declaração espanhola, a França, a Suécia, a Áustria, a Dinamarca, a Alemanha, a Holanda e o Reino Unido também reconheceram Guaidó.

No dia 31 de janeiro, o Parlamento Europeu solicitou à chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, e aos governos dos países-membros, que se juntassem ao reconhecimento do líder da oposição.

Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, autoproclamou-se chefe de Estado interino no dia 23 de janeiro, o que ocasionou uma série de manifestações e crise no país.

Os EUA e vários outros países anunciaram o reconhecimento de Guaidó e exigiram que o reeleito presidente venezuelano Nicolás Maduro não permitisse o uso da força contra a oposição. Para o líder venezuelano, Washington está arquitetando um golpe de Estado em Caracas.

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