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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
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Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Lavrov: 'Rússia quer entender o que a OTAN busca no Ártico'

A Rússia observa o aumento de forças armadas da OTAN no Ártico e quer descobrir o que a aliança pretende obter na região, disse o ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, neste sábado.


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"Notamos o aumento das atividades dos membros da OTAN. Nós discutimos isso com nossos vizinhos noruegueses. Queremos entender que tipo de mandato a OTAN terá no Ártico", disse Lavrov na Conferência de Segurança de Munique.


O navio quebra-gelo finlandês MSV Nordica navega através do gelo flutuando no mar de Chukchi, na costa do Alasca.
Navio quebra-gelo finlandês MSV Nordica © AP Photo / David Goldman

Ele criticou a retórica de algumas autoridades ocidentais e foi irônico ao se referir ao ministro da Defesa britânico.

"Se você ouvir algumas pessoas como o ministro da Guerra, oh, desculpe, ministro da defesa do Reino Unido, [Gavin Williamson], então você pode ter a impressão de que ninguém, exceto a OTAN, tem o direito de estar em qualquer lugar exceto suas próprias fronteiras", Lavrov pontuou.

A Rússia, por sua vez, propôs uma série de projetos ao Conselho do Ártico, um fórum intergovernamental para os países que bordeiam a região. "Não acreditamos que a cooperação do Ártico requer alguma dimensão militar, e espero que este seja o caso de nossos parceiros também", acrescentou o ministro russo.

O Reino Unido expressou repetidamente preocupações sobre a suposta crescente presença militar da Rússia na região ártica e a suposta tentativa de militarizá-la. Londres também disse temer que a navegação no Ártico poderia ser limitada em decorrência das disputas.

Moscou tem consistentemente rejeitado as alegações, observando que considera o Ártico uma área de cooperação igualitária e livre de conflitos de interesse nacionais.

Em agosto, Vladimir Barbin, embaixador russo e alto funcionário do Ártico, apontou para o avanço militar da OTAN na região, citando os exercícios Trident Junction 18, a decisão da aliança de estabelecer o novo Comando Conjunto da Força para o Atlântico e os esforços de Washington para restabelecer sua Segunda Frota operando principalmente no Atlântico Norte.

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