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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Maduro diz que intenção de Guaidó era provocar um golpe militar

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, considerou nesta quarta-feira que o chefe do Parlamento e presidente interino reconhecido por parte da comunidade internacional, Juan Guaidó, queria provocar um golpe de Estado militar contra seu Governo.


EFE

Paris - Em entrevista ao canal informativo "Euronews", que será divulgada nesta quarta-feira e da qual foram antecipados trechos, Maduro disse ter "conhecimento" de que esta era a intenção, mas que "fracassou".


EFE/ Leonardo Muñoz
EFE/ Leonardo Muñoz

Maduro vê Guaidó como "uma circunstância que vai passar" e disse que é preciso falar com "toda a oposição no seu conjunto para ver o que está pensando", ao mesmo tempo que garantiu que não deixou de conversar com os opositores, embora "ainda não seja público".

Questionado sobre o grande número de manifestações ocorridas no país, Maduro afirmou que a população "pode marchar todos os dias".

"Não é a primeira vez. Entre o ano 2002 e 2003, fizeram três manifestações diárias durante mais de cem dias. Que as façam. Em 2018 saíram 120 dias completos às ruas. Têm direito, que marchem, que exijam, sempre em paz. A Venezuela é o que eu chamo de uma democracia mobilizada", estimou.

Maduro acusou a União Europeia (UE) e os governos dos países europeus de terem seguido "de maneira acrítica" a política do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que "chutou a OTAN, os governos da Europa, a UE".

"Acredito que Federica Mogherini, a UE e os Governos da Europa cometeram um erro com a Venezuela. Escutaram uma só parte. Não escutaram o país inteiro que clama por paz, diálogo, entendimento, e não nos escutaram, que temos voz de poder real", declarou.

"Se eu não entendesse a situação do meu país, não seria presidente. Eleito e reeleito. Eu venho do povo, não me eduquei em Harvard e nem na escola das Américas, não tenho um sobrenome e nem sangue azul. Sou um trabalhador, um homem do povo e todos os dias estou junto com o povo, tenho contatos permanentes e sei exatamente o que acontece", argumentou.

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