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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Maduro diz que premiê espanhol terá mãos 'cheias de sangue' se Venezuela for invadida

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez ficará com as mãos "cheias de sangue" se uma intervenção militar na Venezuela se concretizar e chamou-o de covarde por reconhecer o opositor Guaidó como presidente interino da Venezuela.


Sputnik

"Eu digo ao Senhor Pedro Sánchez, Deus nos livre, mas se algum dia for realizado um golpe de Estado, se algum dia ocorrer uma intervenção militar gringa, suas mãos, senhor Pedro Sánchez, ficarão cheias de sangue, como ficaram as mãos de José María Aznar (1994 — 2004), na guerra do Iraque", afirmou Nicolás Maduro em um ato militar no estado venezuelano de Aragua.


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro
Nicolás Maduro © Sputnik / Sergey Guneev

Hoje (4), uma série de países europeus, inclusive Espanha, França, Suécia, Áustria, Alemanha, Reino Unido e Portugal, reconheceram Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. O ministro das Relações Exteriores espanhol, Josep Borrell, declarou que a UE em geral e, particularmente, a Espanha excluem a possibilidade de intervenção militar para resolução da crise venezuelana.

A Venezuela entrou em uma nova espiral de tensão após a posse do presidente Nicolás Maduro em 10 de janeiro para o segundo mandato. No dia 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional e líder da oposição, Juan Guaidó, se declarou presidente interino da Venezuela, acusando Maduro de usurpar o cargo.

Além dos países europeus, os EUA e vários países da América Latina, inclusive o Brasil, manifestaram seu apoio a Guaidó e à oposição venezuelana. Nicolás Maduro recebeu apoio da Rússia, Cuba, México, Bolívia, Nicarágua, Turquia, Irã e de muitos outros países.

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