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Como governo Trump esvaziou resolução da ONU contra estupro em guerras

A oposição do presidente americano, Donald Trump, à legalização do aborto levou ao esvaziamento de uma resolução das Nações Unidas contra o uso de violência sexual como arma de guerra.
BBC News Brasil

Os Estados Unidos retiraram todas as referências a "saúde sexual e reprodutiva" do texto, o que, na prática, reduz o peso da resolução. O documento havia sido submetido pela Alemanha ao Conselho de Segurança da ONU. Estados Unidos, China e Rússia ameaçaram vetá-lo, se fosse mantida a redação original.

O governo Trump se opôs às menções à "saúde sexual e reprodutiva" das mulheres, com o argumento de que esse termo indica apoio ao aborto. Uma versão da resolução que exclui essa frase foi aprovada por 13 votos a 0, com abstenções de Rússia e China.

O embaixador da França nas Nações Unidas, François Delattre, criticou a exclusão do trecho, dizendo que a decisão afeta a dignidade das mulheres.

"É intolerável e incompreensível que o Conselho de Segurança da ONU seja incapaz…

Maduro diz que premiê espanhol terá mãos 'cheias de sangue' se Venezuela for invadida

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez ficará com as mãos "cheias de sangue" se uma intervenção militar na Venezuela se concretizar e chamou-o de covarde por reconhecer o opositor Guaidó como presidente interino da Venezuela.


Sputnik

"Eu digo ao Senhor Pedro Sánchez, Deus nos livre, mas se algum dia for realizado um golpe de Estado, se algum dia ocorrer uma intervenção militar gringa, suas mãos, senhor Pedro Sánchez, ficarão cheias de sangue, como ficaram as mãos de José María Aznar (1994 — 2004), na guerra do Iraque", afirmou Nicolás Maduro em um ato militar no estado venezuelano de Aragua.


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro
Nicolás Maduro © Sputnik / Sergey Guneev

Hoje (4), uma série de países europeus, inclusive Espanha, França, Suécia, Áustria, Alemanha, Reino Unido e Portugal, reconheceram Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. O ministro das Relações Exteriores espanhol, Josep Borrell, declarou que a UE em geral e, particularmente, a Espanha excluem a possibilidade de intervenção militar para resolução da crise venezuelana.

A Venezuela entrou em uma nova espiral de tensão após a posse do presidente Nicolás Maduro em 10 de janeiro para o segundo mandato. No dia 23 de janeiro, o presidente da Assembleia Nacional e líder da oposição, Juan Guaidó, se declarou presidente interino da Venezuela, acusando Maduro de usurpar o cargo.

Além dos países europeus, os EUA e vários países da América Latina, inclusive o Brasil, manifestaram seu apoio a Guaidó e à oposição venezuelana. Nicolás Maduro recebeu apoio da Rússia, Cuba, México, Bolívia, Nicarágua, Turquia, Irã e de muitos outros países.

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