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EUA não querem competir com novas armas da Rússia, mas não descartam usar armas nucleares

Apesar de um orçamento de defesa maior do que os próximos sete países juntos, os EUA dizem que a Rússia está avançando em uma nova corrida armamentista, e o Pentágono não tem escolha a não ser confiar em sua dissuasão nuclear. Mas quão sinceros eles estão sendo?
Sputnik

"São precisos dois para competir", afirmou nesta semana David Trachtenberg, vice-subsecretário de Defesa dos EUA, acrescentando que os EUA "não estão interessados em equiparar o sistema russo ao sistema".

Ele também observou que "os russos estão desenvolvendo uma incrível quantidade de novos sistemas de armas nucleares" e geralmente "estão fazendo uma série de coisas que simplesmente não estamos fazendo".

Falando no Brookings Institution em Washington, um importante grupo de estudos, Trachtenberg disse que a Rússia lançou recentemente um "programa de modernização militar" ao "re-escalonar e substituir completamente muitos de seus sistemas nucleares tanto no nível estra…

Maduro diz que, se houver intervenção, as perdas dos EUA serão irreparáveis

O presidente venezuelano Nicolás Maduro deu uma entrevista exclusiva ao RT, na qual comentou a crise política vivida no seu país e explicou as razões e possíveis consequências de uma intervenção militar dos EUA na Venezuela.


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Nicolás Maduro declarou durante a entrevista ao RT que a razão por que os EUA querem intervir militarmente na Venezuela são os recursos naturais, o petróleo, o gás e o ouro, bem como a "riqueza moral da revolução bolivariana".


Nicolás Maduro, presidente da Venezuela
Nicolás Maduro | Juan Barreto/AFP

"Nós temos armas de destruição em massa? Nós somos uma ameaça para a segurança dos EUA?", perguntou o líder venezuelano.

"O 'casus belli' é a riqueza moral da revolução bolivariana, acabar com uma revolução que dá exemplo de independência e justiça social", afirmou Maduro, assinalando que o presidente dos EUA Donald Trump "deve retirar imediatamente a sua ameaça militar contra um povo pacífico e nobre, o povo da Venezuela".

Segundo Maduro, a diplomacia da paz e a opinião pública mundial devem ajudar a evitar uma invasão norte-americana, que resultaria "irreparável do ponto de vista de perdas militares e humanas" para Washington. Ele prometeu que aproveitaria "cada mídia para pedir ao mundo inteiro que saia em paz para denunciar e deter a loucura de Donald Trump".

Além disso, o mandatário venezuelano abordou o tema das eleições, ressaltando que "na Venezuela não há falta de eleições", já que durante os últimos 20 anos no país tiveram lugar 25 eleições. As próximas eleições são as legislativas que, conforme o calendário eleitoral, ocorrerão em 2020.

A crise política venezuelana se agravou no dia 23 de janeiro, depois que o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país durante protestos anti-governamentais realizados nas ruas de Caracas.

Os EUA, vários países da Europa e da América Latina, inclusive o Brasil, reconheceram o líder da oposição como presidente interino legítimo do país. A Rússia, China, México, Turquia, Noruega e Uruguai estão entre as nações que manifestaram seu apoio a Maduro como chefe de Estado legitimamente eleito do país.

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