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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Mais de 900 toneladas de remédios oriundos de Cuba e China chegam à Venezuela

O ministro da Saúde da Venezuela, Carlos Alvarado, informou nesta quarta-feira da chegada de 933 toneladas de medicamentos e materiais médicos procedentes de Cuba, China - aliados do governo de Nicolás Maduro -, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e de "algumas compras diretas" feitas pelo ministério.


EFE

Caracas - "Neste momento estamos recebendo, já estão aqui, 64 contêineres com diferentes tipos de medicamentos, com 933 toneladas de suprimentos para a saúde", disse.


EFE/ Mauricio Dueñas Castañeda
EFE/ Mauricio Dueñas Castañeda

Alvarado, que informou sobre a chegada desses medicamentos em um momento em que o Parlamento solicita a entrada de ajuda humanitária no país diante da crise do setor de saúde, indicou que a Venezuela recebe "com regularidade" remédios e material médico.

"Não é estranho que estejamos recebendo contêineres aqui no porto de La Guaira", disse ele, explicando que a maioria desses medicamentos e materiais "vem do acordo com Cuba" e da China.

Ele também ressaltou que o ministério fez algumas "compras diretas" no mercado internacional "com essas empresas" que, segundo ele, não as bloquearam, pois o governo venezuelano assegura que os Estados Unidos impôs um bloqueio que impede ao país sul-americano de comprar remédios e alimentos.

"Também há (algumas) contribuições que vêm do fundo rotativo e do fundo estratégico da OPAS", acrescentou.

Alvarado explicou que dentro dos 64 contêineres existem "mais de 18 milhões de unidades de medicamentos" entre "anestésicos, vacinas, antibióticos, nutrientes para gestantes, antipiréticos, analgésicos, protetores gástricos, soluções fisiológicas".

Além disso, de acordo com o ministro, chegaram 22.575 unidades de peças de reposição para equipamentos médicos, 192 mil kits para testes de diagnóstico e "mais de 100 mil kits para citologia".

Ele garantiu que o investimento desses medicamentos e materiais é de aproximadamente 25 milhões de euros.

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