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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Mídia: Trump autorizou pessoalmente ciberataque contra Rússia

O presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou pessoalmente um ciberataque dos militares norte-americanos contra a Agência de Pesquisa pela Internet (IRA, na sigla em inglês), russa durante as eleições de meio de mandato de 2018, comunicou o canal NBC, citando fontes informadas.


Sputnik

Segundo o canal, esse ataque cibernético se tornou o "passo mais agressivo da administração Trump na luta contra a intervenção russa nas eleições".


O prédio que abrigou a Agência de Pesquisa na Internet em São Petersburgo,  (Dmitri Lovetsky / AP)

Anteriormente, o jornal Washington Post havia informado que o Comando Cibernético das Forças Armadas dos EUA bloqueou o acesso da IRA à internet durante as eleições de meio de mandato do ano passado. Segundo as suas fontes, foi uma parte da primeira campanha cibernética ofensiva contra a Rússia, destinada a prevenir supostas "tentativas de intervir nas eleições norte-americanas".

As fontes do canal comunicaram que o Comando Cibernético dos EUA realizou um ataque, utilizando os dados da inteligência da Agência de Segurança Nacional, deixando a a IRA sem internet. A interrupção começou quando os americanos foram às urnas e durou até ao apuramento dos votos, aproximadamente um dia depois.

A Casa Branca se recusou a comentar oficialmente a informação do canal. O representante do Comando Cibernético dos EUA declarou que a entidade "continua trabalhando no âmbito do empenho governamental de defesa das eleições e instituições democráticas da influência estrangeira negativa".

Após as eleições presidenciais de 2016 os EUA acusaram a Rússia de intervir no pleito. Moscou desmentiu repetidamente essas acusações. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, assinalou que não houve nenhuns fatos ou provas de qualquer alegada influência.

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