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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Ministro espanhol nega posicionamento unânime da União Europeia sobre Guaidó

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell, negou nesta segunda-feira que a União Europeia (UE) emitirá um comunicado unânime sobre o reconhecimento de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, mas que está sendo elaborada uma declaração à qual alguns países tem aderido.


EFE

Bruxelas - "A declaração comum, por enquanto, claramente não acontecerá. Há alguns que ainda se opõem", disse Borell, que não quis dar mais detalhes à imprensa sobre como a Espanha efetivará o reconhecimento de Guaidó anunciado hoje pelo presidente do governo, Pedro Sánchez.


EFE/ Fernando Villar
EFE/ Fernando Villar

O chefe da diplomacia espanhola afirmou que o país está "trabalhando para construir uma declaração conjunta de mais países" em linha com a posição manifestada hoje pela Espanha, da mesma forma que outros países europeus, após ter expirado o prazo de oito dias dado a Nicolás Maduro para que convocasse eleições ou, caso contrário, Guaidó fosse reconhecido como presidente interino.

Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Áustria, Portugal e Dinamarca reconheceram nesta segunda-feira o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, como presidente do país até a convocação de novas eleições.

Na quinta-feira e na sexta-feira da semana passada, durante uma reunião informal dos ministros das Relações Exteriores em Bucareste, ficou evidente a rejeição de Estados-membros como Itália e Grécia.

"Já expirou o prazo para que todos digam o que tenham a dizer e, caso não possa haver uma declaração comum, que certamente não haverá, além da que já foi feita na sexta-feira, há muitos países que podem apoiar a declaração do presidente do governo espanhol e de outros países", afirmou Borrell.

O ministro espanhol, que compareceu em Bruxelas a uma reunião com a Liga Árabe, não quis entrar em detalhes sobre como a Espanha efetuará o reconhecimento oficial de Guaidó.

"Vamos analisar os próximos passos a partir dos próximos dias. Hoje vocês já escutaram as declarações do presidente do governo", comentou.

Questionado sobre a possibilidade de retirar o credenciamento em Madri do atual embaixador venezuelano, Borrell respondeu que o assunto aindaserá debatido.

"Vamos ver nos próximos dias. Hoje, a declaração do presidente é tudo o que temos a dizer. Seguirão mais eventos nos próximos dias", resumiu.

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