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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Não é hora de diálogo, é hora de ação', diz Mike Pence sobre a Venezuela

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse durante discurso, nesta sexta-feira (1), que a atual situação na Venezuela requer mais ação e menos diálogo.


Sputnik

"Essa não é a hora de diálogo, é hora da ação", disse Pence durante um encontro com exilados venezuelanos em Miami.


O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, gesticula durante o evento de criação da Força Espacial dos EUA.
Mike Pence © AP Photo / Evan Vucci

Ele acrescentou que Washington está trabalhando em direção a uma "transição pacífica" no país sul-americano.

A Venezuela vive uma crise política cuja pressão cresceu após o líder da oposição, Juan Guaidó, autoproclamar-se presidente interino do país, em 23 de janeiro.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reeleito em 2018, acusou os EUA de orquestrar um golpe contra seu governo após os norte-americanos, ao lado de alguns de seus aliados, como Argentina, Colômbia e Brasil, reconhecerem Guaidó como presidente interino.

Por outro lado, México, Rússia, China, Turquia, Uruguai e outros países mantiveram apoio ao presidente Nicolás Maduro.

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