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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

National Interest aponta S-300 como ameaça para Israel

Os sistemas de mísseis antiaéreos S-300, que estão em serviço de combate na Síria, provavelmente se tornarão uma séria ameaça para a Força Aérea israelense à medida que a implantação do novo sistema for usada como pressão sobre Israel durante as negociações sobre um acordo sírio, escreve The National Interest.


Sputnik

Segundo a NI, as imagens feitas pelo satélite israelense Eros-B mostram que os sistemas de defesa antiaérea S-300 instalados na Síria entraram recentemente em prontidão de combate. Ao mesmo tempo, a legenda das imagens se refere que os lançadores são observados em estado de prontidão pela primeira vez desde a chegada dos sistemas à Síria.


Sistemas de mísseis S-300
S-300 Favorit © Sputnik / Uliana Solovieva

O autor do artigo acredita que anteriormente não havia pressa em posicionar os S-300, mas não apenas porque os militares sírios precisavam ser treinados para operá-los. Essa medida, presume ele, também pode ser uma estratégia de Moscou, uma vez que a transferência dos sistemas S-300 para a Síria foi, sobretudo, uma ação para acalmar a situação no país. Segundo o autor, a Rússia tentaria impedir Israel de lançar ataques aéreos contra a Síria, mas não se apressou em implantar os sistemas para evitar um agravamento da situação.

Essas expectativas, conforme observa a NI, "foram quebradas" depois da recente onda de bombardeios israelenses contra a República Árabe, o que, segundo o autor, poderia ter sido a "última gota" que levou Moscou a desdobrar os S-300. Além disso, outra razão poderia ter sido a ineficácia dos atuais sistemas de defesa antiaérea do Exército sírio.

Segundo o autor, os S-300 serão provavelmente uma séria ameaça para as aeronaves israelenses operando no oeste da Síria, onde estão concentradas as forças do Exército governamental.

Portanto, a implantação dos sistemas S-300 na Síria pode ser um dos meios de pressão russa sobre Israel durante o processo de negociações para resolver a situação na República Árabe que estão programadas para serem realizadas em Moscou no final deste mês, conclui a NI.

Em outubro do ano passado, o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, anunciou que a Rússia havia fornecido quatro sistemas S-300 para a Síria e que as Forças Armadas locais seriam treinadas para operá-los durante três meses.

Essa atitude foi procedida pela deterioração das relações entre a Rússia e Israel depois do acidente com o avião de reconhecimento russo Il-20, em 17 de setembro de 2018, que estava a 35 quilômetros da costa do mar Mediterrâneo e foi abatido quando retornava à base aérea de Hmeymim. Ao mesmo tempo, quatro caças israelenses F-16 estavam atacando alvos sírios em Latakia.

De acordo com a declaração do Ministério da Defesa, o Il-20 foi abatido porque os pilotos israelenses o usaram como escudo contra os mísseis dos sistemas de defesa antiaérea da Síria. O avião russo foi derrubado por um míssil S-200 em 22 de março, ceifando as vidas de 15 militares da Rússia.

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