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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Novo míssil de cruzeiro iraniano preocupa defesa israelense, diz mídia

Durante a celebração do 40º aniversário da Revolução iraniana de 1979 as Forças Armadas do país revelaram seu novo míssil de médio alcance.


Sputnik

O míssil faz parte do sistema de desenvolvimento militar do país que está mudando a capacidade do Irã para projetar sua força através do Oriente Médio.


Míssil de cruzeiro iraniano Hoveizeh 8
Míssil iraniano Hoveizeh-8 © AP Photo / Vahid Salemi

Além disso, o sistema de mísseis supostamente possui um alcance de 1.350 km e é capaz de atingir alvos através da região, bem como na Ásia Central.

Com esse alcance, o Irã pode atingir os principais alvos dos seus principais adversários na região, Israel e Arábia Saudita. O fato é considerado como um marco para o país, já que o novo míssil capaz de atingir seus principais inimigos é de fabricação nacional, o que mostra seu desenvolvimento em sistemas de mísseis de cruzeiro.

O Irã possui um programa de mísseis balísticos desde 1980, contendo as plataformas Shahab-3 e Khorramshahr que possibilitaram o aumento das capacidades iranianas. O desenvolvimento de mísseis de cruzeiro de longo alcance representa uma nova capacidade fundamental.

Assim, o míssil representa um novo desafio para a defesa antimíssil de seus potenciais adversários, sendo consideravelmente mais difícil de detectar e rastrear durante o início e no meio da trajetória, segundo o portal Military Watch.

Hoje, Israel possui sistemas de defesa antiaérea como Kela David (Funda de David) e Barak 8, além do Kipat Barzel (Cúpula de Ferro). Entretanto, nenhum deles está preparado para interceptar o novo míssil iraniano.

O único sistema capaz de interceptar esses alvos é a bateria de mísseis Raytheon Patriot, também usada pela Arábia Saudita, porém, sua eficácia está sendo contestada mesmo contra ataques aéreos relativamente básicos.

Ao saberem do novo míssil iraniano, os analistas de defesa israelenses demonstraram certa apreensão, inclusive em um relatório publicado recentemente, afirmando que o desenvolvimento dos mísseis de cruzeiro Hoveyzeh foi concluído com sucesso e eles "são capazes de voar até o alvo abaixo da detecção do radar".

Além disso, o relatório israelense classificou o míssil iraniano como preciso e de alto risco, já que pode realizar no início de um conflito ataques precisos contra os sistemas de defesa antiaérea israelenses e sauditas sem serem detectados.

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