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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Oficial iraniano afirma que EUA 'devem deixar a Síria' querendo ou não

Os EUA haviam anunciado saída da Síria em alguns meses, mas relatos da mídia turca sugerem que o número de militares americanos está aumentando.


Sputnik

O principal assessor do líder iraniano, Ali Akbar Velayati, declarou à agência de notícias Tasnim que conversou com o chanceler sírio, Walid al-Muallem, sobre a saída dos EUA do país árabe, afirmando que os norte-americanos "deveriam deixar a Síria".


Membros das Forças Especiais dos EUA realizando treinamento durante operações contra grupo Daesh no sul da Síria
Militares dos EUA na Síria | CC0 / Staff Sgt. Jacob Connor / 5th Special Forces Group (Airborne)

Por sua vez, Velayati anunciou que, atualmente, Damasco controla 90% das terras e em breve vai libetar o restante do território.

O presidente iraniano, Hassan Rouhani, que participou das conversas, acrescentou que a "estabilidade e a completa segurança da Síria" e o retorno de seu povo à normalidade são prioridade para a política internacional do Irã.

Já Muallem agradeceu o apoio concedido pelo Irã, ressaltando que, se os dois países ficarem juntos, eles alcançarão a "vitória contra o terrorismo [e] colonialismo".

Washington anunciou a retirada de suas tropas da Síria em dezembro de 2018, prometendo enviar aproximadamente 3.000 soldados de volta para casa em alguns meses.

Entretanto, alguns de seus aliados, assim como políticos norte-americanos, receiam que a retirada possa contribuir para o ressurgimento do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países), além de ataques contra os curdos, que são aliados dos norte-americanos.

As mídias turcas se manifestaram e declararam que os EUA estão elevando o número do atual contingente na região.

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