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Crise na Venezuela: O que se sabe sobre os aviões militares russos que chegaram ao país

A chegada de dois aviões da Força Aérea russa carregados de militares e armamentos à Venezuela, no último fim de semana, gerou uma série de especulações e reacendeu o temor de uma escalada da tensão internacional.
Guillermo D. Olmo | BBC News Mundo na Venezuela

A crise no país se agrava desde janeiro deste ano, quando o líder oposicionista Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino, acusando Nicolás Maduro de usurpar o poder por meio de eleições ilegítimas.

O cenário da Venezuela, que vem sofrendo com diversos apagões, expôs a rivalidade do país sul-americano com os Estados Unidos e seus aliados (que apoiam Guaidó); por outro lado, Rússia, Cuba e China seguem, por razões diversas, dando suporte ao governo chavista.

A presença militar russa na Venezuela foi alvo de protestos do secretário de Estado americano, Mike Pompeo - os EUA foram os primeiros a reconhecerem Guaidó como presidente interino.

Em conversa por telefone com o ministro das Relações Exteriores russo, Serguéi Lavrov, Pom…

Guaidó vai propor a países "todas as opções" para libertar a Venezuela

O chefe do Parlamento, Juan Guaidó, que se proclamou presidente encarregado da Venezuela há um mês, disse em mensagem no Twitter neste sábado que em relação aos eventos ocorridos no seu país proporá formalmente à comunidade internacional "todas as opções" para libertar sua pátria.


EFE

Caracas - Guaidó divulgou sua mensagem após os distúrbios ocorridos nas fronteiras da Venezuela por onde se esperava que entrasse a ajuda humanitária estocada no Brasil e na Colômbia e que foi bloqueada por funcionários do Governo de Nicolás Maduro.


Confrontos na fronteira com o Brasil. EFE/Joédson Alves
Confrontos na fronteira com o Brasil. EFE/Joédson Alves

O líder opositor, que se encontra na cidade colombiana de Cúcuta desde ontem, lembrou que na segunda-feira irá à reunião do Grupo de Lima - integrado a princípio por 14 países do continente americano - que será realizada em Bogotá.

Além disso, disse que continuará ordenando "ações dentro do país", devido a que, disse, "a pressão interna e externa são fundamentais para a libertação".

O opositor informou também que teve uma reunião com os militares que hoje desertaram da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) e buscaram refúgio na Colômbia, e disse que os funcionários lhe reiteraram que dentro do corpo militar o que há é "medo, necessidade e falta de respeito".

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