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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Preparação para invadir China? Jatos furtivos dos EUA treinam para combate no Pacífico

Aeronaves furtivas, incluindo F-22, F-35 e bombardeiros estratégicos B-2 Spirit, foram recentemente usadas durante exercícios militares da Força Aérea dos EUA no oceano Pacífico, reportou Business Insider.


Sputnik

O Pentágono fez alçar seus aviões de combate furtivos, encarregados de romper as defesas antiaéreas inimigas no primeiro dia de uma guerra potencial, escreveu a edição na sexta-feira (15).


Bombardeiro furtivo B-2 Spirit integrado com a aeronave F22 Raptor durante missão de treinamento da força-tarefa americana

Os exercícios foram conduzidos com apoio do navio de assalto anfíbio USS Wasp da Marinha norte-americana.

Durante as manobras, os F-35 participaram com seus armamentos expostos, o que aumenta a carga útil do caça, mas também acaba aumentando significativamente a visibilidade do avião aos radares. De acordo com o fabricante do avião, a Lockheed Martin, o modelo de carga útil externa transforma o avião em "modo animal", que deve ser utilizado no terceiro dia de uma guerra, depois que as defesas antiaéreas do inimigo tiverem sido suprimidas.

Já os caças F-22 Raptor teriam treinado para operações de primeiro dia, o que indica que as capacidades de invisibilidade do F-35 não são tão perfeitas como se esperava.

Os B-2 são capazes de transportar bombas nucleares de gravidade, bem como "penetradoras de artilharia maciças", ou GBU-57, consideradas as maiores bombas não nucleares do arsenal americano (elas são quase 1,5 vez mais pesadas que a infame "mãe de todas as bombas" — a GBU-43/B).

Em um combate hipotético, os caças F-22 e os bombardeiros B-2 estão encarregados de quebrar as defesas inimigas no primeiro dia de uma guerra, abrindo caminho para os caças menos furtivos, escreve a edição.

Os B-2 passaram o tempo perto do Havaí "saindo para um espaço aéreo e praticando ameaças realistas", com um F-22 de cada lado, disse ao site o tenente-coronel Robert Schoeneberg, acrescentando que a área de responsabilidade do Pacífico "é de alta importância nos últimos tempos" e que "ela continuará sendo de alta importância".

As manobras militares americanas no Pacífico foram realizadas em um momento de tensão entre os EUA e a China sobre o mar do Sul da China. Os militares chineses posicionaram supostamente bombardeiros com capacidade nuclear e defesas e radares antiaéreos na região e ameaçam abertamente afundar porta-aviões americanos com seus mísseis "assassinos de porta-aviões" de longo alcance.

Segundo escreve o site, Pequim apresentou uma solução tecnológica destinada a anular a vantagem de baixa visibilidade dos aviões americanos.

"A China está instalando sistemas de defesa antiaérea em rede que podem coordenar as imagens de radar a partir de vários locais em uma área como o mar do Sul da China", disse Bryan Clark, membro sênior do Centro de Avaliações Estratégicas e Orçamentárias.

"Isso poderia permitir que os radares vejam os F-35B ou outros aviões de baixa visibilidade […] e compartilhassem essa informação com lançadores [de mísseis terra-ar] em outros lugares da região para atacar os F-35B", acrescentou.

A disputa sobre o mar do Sul da China começou depois que Pequim reivindicou a maior parte dessas águas.

As exigências chinesas foram contestadas por vários países da região, e os EUA desde então interferiram repetidamente na disputa, dizendo que estão conduzindo operações de "liberdade de navegação" nessas águas.

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