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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Produtor da BBC: vídeo de vítimas de 'ataque químico' na Síria foi encenado

Riam Dalati, produtor da rede de comunicações britânica BBC, afirmou nesta quarta-feira, 13, que o vídeo apresentando vítimas do suposto ataque químico na cidade síria de Douma, em abril de 2018, foi encenado.


Sputnik

Em declarações no seu Twitter, o jornalista explicou que realmente houve um ataque na região, mas que nenhum composto sarin teria sido usado e seria preciso esperar a conclusão de investigações levadas a cabo pela Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para saber se o cloro ou outra substância estaria presente. Segundo ele, todo o restante em torno desse evento teria sido "fabricado" para obter um "máximo efeito" de propaganda.


Mustafa, menino sírio, participante de encenação do ataque químico em Douma
Mustafá, menino sírio participante da encenação do ataque químico eu Douma © Sputnik / Nour Molhem

​​"Depois de quase 6 meses de investigações, eu posso provar sem qualquer dúvida que a cena do Hospital de Douma foi encenada. Nenhuma fatalidade ocorreu no hospital", disse ele. "Todos dos Capacetes Brancos, ativistas e pessoas com as quais eu falei estão ou em áreas de Idlib ou do Escudo de Eufrates. Apenas uma pessoa estava em Damasco."

O polêmico vídeo em questão foi publicado pelo grupo conhecido como Capacetes Brancos, fundado pelo mercenário britânico James Le Mesurier, pouco depois do ataque em Douma, nos arredores de Damasco. A filmagem mostra adultos e crianças, supostos moradores da região, sendo tratados em um hospital local. Segundo Dalati, um dos responsáveis pela gravação seria o médico Abu Bakr Hanan, filiado ao grupo rebelde Jaysh Al-Islam.

"A narrativa era de que 'não havia médicos suficientes', mas havia um filmando e não participando dos esforços de resgate. A Rússia e pelo menos um país da OTAN sabiam o que tinha acontecido no hospital. Documentos foram enviados. No entanto, ninguém sabia o que realmente acontecia nos apartamentos além dos ativistas que manipulavam a cena. Por isso, a Rússia se focou apenas em desacreditar a cena do hospital."

Os relatos sobre o ataque e a publicação das filmagens pelos Capacetes Brancos foram seguidos de ataques com mísseis realizados por França, Reino Unido e Estados Unidos, contra supostas instalações de produção de armas químicas em Damasco, embora o governo sírio tenha negado inúmeras vezes qualquer participação no incidente em Douma.

Para o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, as alegações sobre o suposto uso de produtos químicos tóxicos pelo governo sírio teriam como objetivo justificar a ação militar externa contra Damasco. Além disso, antes do incidente em Douma, as Forças Armadas russas já haviam alertado sobre uma provocação que estaria sendo preparada na cidade síria por militantes extremistas.

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