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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Reino Unido envia helicópteros para o Ártico como mensagem a 'todos os adversários'

Helicópteros de ataque AH-64 Apache do Exército britânico foram enviados pela primeira vez para o Círculo Polar Ártico, relata o The Sun.


Sputnik

O jornal se referiu aos exercícios realizados na Noruega nesta semana envolvendo helicópteros britânicos Apache. Segundo o oficial de operações do Comando Conjunto de Helicópteros, brigadeiro Mike Keating, os Apache estão "enviando uma mensagem a todos os adversários".


Helicóptero AH-64 Apache
AH-64 Apache | CC0

A publicação observa que o principal objetivo é fortalecer o flanco norte da OTAN em meio ao impulso da Rússia para "controlar a região do Ártico".

No final de setembro de 2018, o ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, revelou a nova estratégia de defesa no Ártico, citando as ameaças cada vez maiores na região e as supostas tentativas da Rússia de militarizá-la. Além disso, ele também ressaltou a importância da região e declarou que o Exército deve estar pronto "para lidar com todas as ameaças à medida que surgirem".

Mais cedo, o Ministério da Defesa do Reino Unido observou que a estratégia estipula especificamente que os fuzileiros navais britânicos continuariam a receber treinamento conjunto com suas contrapartes norueguesas a longo prazo.

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