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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Reino Unido envia helicópteros para o Ártico como mensagem a 'todos os adversários'

Helicópteros de ataque AH-64 Apache do Exército britânico foram enviados pela primeira vez para o Círculo Polar Ártico, relata o The Sun.


Sputnik

O jornal se referiu aos exercícios realizados na Noruega nesta semana envolvendo helicópteros britânicos Apache. Segundo o oficial de operações do Comando Conjunto de Helicópteros, brigadeiro Mike Keating, os Apache estão "enviando uma mensagem a todos os adversários".


Helicóptero AH-64 Apache
AH-64 Apache | CC0

A publicação observa que o principal objetivo é fortalecer o flanco norte da OTAN em meio ao impulso da Rússia para "controlar a região do Ártico".

No final de setembro de 2018, o ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, revelou a nova estratégia de defesa no Ártico, citando as ameaças cada vez maiores na região e as supostas tentativas da Rússia de militarizá-la. Além disso, ele também ressaltou a importância da região e declarou que o Exército deve estar pronto "para lidar com todas as ameaças à medida que surgirem".

Mais cedo, o Ministério da Defesa do Reino Unido observou que a estratégia estipula especificamente que os fuzileiros navais britânicos continuariam a receber treinamento conjunto com suas contrapartes norueguesas a longo prazo.

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