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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Reino Unido envia helicópteros para o Ártico como mensagem a 'todos os adversários'

Helicópteros de ataque AH-64 Apache do Exército britânico foram enviados pela primeira vez para o Círculo Polar Ártico, relata o The Sun.


Sputnik

O jornal se referiu aos exercícios realizados na Noruega nesta semana envolvendo helicópteros britânicos Apache. Segundo o oficial de operações do Comando Conjunto de Helicópteros, brigadeiro Mike Keating, os Apache estão "enviando uma mensagem a todos os adversários".


Helicóptero AH-64 Apache
AH-64 Apache | CC0

A publicação observa que o principal objetivo é fortalecer o flanco norte da OTAN em meio ao impulso da Rússia para "controlar a região do Ártico".

No final de setembro de 2018, o ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, revelou a nova estratégia de defesa no Ártico, citando as ameaças cada vez maiores na região e as supostas tentativas da Rússia de militarizá-la. Além disso, ele também ressaltou a importância da região e declarou que o Exército deve estar pronto "para lidar com todas as ameaças à medida que surgirem".

Mais cedo, o Ministério da Defesa do Reino Unido observou que a estratégia estipula especificamente que os fuzileiros navais britânicos continuariam a receber treinamento conjunto com suas contrapartes norueguesas a longo prazo.

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