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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Reino Unido estuda aplicar sanções contra o governo de Maduro

O Reino Unido avalia novas medidas para promover "a paz e a democracia" na Venezuela, entre elas sanções contra o governo de Nicolás Maduro, disse nesta segunda-feira um porta-voz da primeira-ministra Theresa May.


EFE

Londres - "Como disse nesta manhã o ministro das Relações Exteriores (Jeremy Hunt), os que continuarem violando os direitos humanos dos venezuelanos com o amparo de um regime ilegítimo terão que prestar contas", afirmou.


EFE/ ERNESTO GUZMÁN JR
EFE/ ERNESTO GUZMÁN JR

"Estamos estudando mais medidas para assegurar a paz e a democracia na Venezuela, inclusive mediante sanções", disse o porta-voz de May, que não detalhou quais penalizações poderiam ser aplicadas.

Enquanto o Reino Unido estiver na União Europeia, qualquer sanção será decidida e aplicada em nível comunitário. O porta-voz oficial explicou que, embora normalmente o governo britânico reconhece Estados e não governos, o caso da Venezuela é diferente pela sua Constituição.

"A única coisa que fazemos é reconhecer Guaidó como o presidente interino constitucional até que possam ser realizadas eleições críveis", ressaltou o representante de May.

Hunt anunciou nesta segunda-feira que o Reino Unido reconhece o político de 35 anos como "presidente constitucional interino" da Venezuela até a convocação de eleições, passado o prazo de oito dias dado a Maduro para que ele mesmo convocasse o pleito.

Em comunicado, o chefe do Ministério das Relações Exteriores britânico comentou que "o povo venezuelano já sofreu bastante".

"É hora de um novo começo, com eleições livres e justas conforme os padrões democráticos internacionais. A opressão do ilegítimo e cleptocrático regime de Maduro deve acabar. O povo venezuelano merece um futuro melhor", afirmou Hunt, que na quinta-feira passada propôs a possibilidade de aplicar sanções contra "os corruptos" na Venezuela.

Essa posição foi criticada pelo líder do Partido Trabalhista britânico, Jeremy Corbyn, que condenou qualquer "interferência exterior" na Venezuela e pediu "diálogo" para solucionar a crise no país.

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