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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Reino Unido estuda aplicar sanções contra o governo de Maduro

O Reino Unido avalia novas medidas para promover "a paz e a democracia" na Venezuela, entre elas sanções contra o governo de Nicolás Maduro, disse nesta segunda-feira um porta-voz da primeira-ministra Theresa May.


EFE

Londres - "Como disse nesta manhã o ministro das Relações Exteriores (Jeremy Hunt), os que continuarem violando os direitos humanos dos venezuelanos com o amparo de um regime ilegítimo terão que prestar contas", afirmou.


EFE/ ERNESTO GUZMÁN JR
EFE/ ERNESTO GUZMÁN JR

"Estamos estudando mais medidas para assegurar a paz e a democracia na Venezuela, inclusive mediante sanções", disse o porta-voz de May, que não detalhou quais penalizações poderiam ser aplicadas.

Enquanto o Reino Unido estiver na União Europeia, qualquer sanção será decidida e aplicada em nível comunitário. O porta-voz oficial explicou que, embora normalmente o governo britânico reconhece Estados e não governos, o caso da Venezuela é diferente pela sua Constituição.

"A única coisa que fazemos é reconhecer Guaidó como o presidente interino constitucional até que possam ser realizadas eleições críveis", ressaltou o representante de May.

Hunt anunciou nesta segunda-feira que o Reino Unido reconhece o político de 35 anos como "presidente constitucional interino" da Venezuela até a convocação de eleições, passado o prazo de oito dias dado a Maduro para que ele mesmo convocasse o pleito.

Em comunicado, o chefe do Ministério das Relações Exteriores britânico comentou que "o povo venezuelano já sofreu bastante".

"É hora de um novo começo, com eleições livres e justas conforme os padrões democráticos internacionais. A opressão do ilegítimo e cleptocrático regime de Maduro deve acabar. O povo venezuelano merece um futuro melhor", afirmou Hunt, que na quinta-feira passada propôs a possibilidade de aplicar sanções contra "os corruptos" na Venezuela.

Essa posição foi criticada pelo líder do Partido Trabalhista britânico, Jeremy Corbyn, que condenou qualquer "interferência exterior" na Venezuela e pediu "diálogo" para solucionar a crise no país.

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