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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.


Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


Marinhas dos EUA e do Reino Unido realizam exercícios marítimos conjuntos no Ártico
© Foto: Marinha dos EUA

O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O ministro acrescentou também que a atividade dos submarinos russos no Ártico aumentou nos últimos anos. Em 2017, a Marinha Real teve que interceptar 33 navios russos que se aproximaram das águas territoriais do Reino Unido, em comparação com um só incidente em 2010.

Em 2020, a Força Aérea Real receberá na sua base de Lossiemouth, na Escócia, novos aviões P8 Poseidon que realizarão missões de reconhecimento em uma vasta área que abrange o Atlântico Norte e o Ártico. Uma das suas funções será proteger os submarinos nucleares britânicos.

Gavin Williamson faz frequentemente declarações fortes ligadas à Rússia. Na Conferência de Segurança de Munique ele dedicou uma parte importante do seu discurso à "ameaça de Moscou". O ministro britânico afirma que, após o Brexit, Londres deve "reforçar a sua presença global" e "aumentar letalidade das suas armas".

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