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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Rússia apoia conversações entre Maduro e oposição da Venezuela

Após apoio de países europeus a Juan Guaidó, Nicolás Maduro volta a negar novas eleições presidenciais no país.


Por G1

O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse nesta terça-feira (5) que a crise na Venezuela só poderá ser resolvida se autoridades do governo de Nicolás Maduro e a oposição conversarem diretamente, informou a agência de notícias RIA.

Combinação de fotos mostra Juan Guaidó e Nicolás Maduro — Foto: Yuri Cortez/ AFP
Combinação de fotos mostra Juan Guaidó e Nicolás Maduro — Foto: Yuri Cortez/ AFP

"Continuamos a acreditar que a única maneira de sair desta crise é sentar o governo e a oposição na mesa de negociações", disse Lavrov, segundo a RIA. "Caso contrário, será simplesmente a mesma mudança de regime que o Ocidente fez muitas vezes."

Nesta segunda-feira, os principais países europeus reconhecerem o líder da oposição Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, aumentando o aspecto global da crise que envolve o regime socialista de Maduro, que tem o apoio de Moscou.

Esses países haviam dado um ultimato de 8 dias para que Maduro convocasse eleições, ou reconheceriam Guaidó, que também tem o apoio de Estados Unidos, Brasil e outros países da América. A oposição e boa parte da comunidade internacional consideram que as últimas eleições presidenciais venezuelanas foram arbitrárias e fraudulentas.

Novas eleições?

Após o apoio dos países europeus a Guaidó, Maduro voltou a negar a realização de eleições presidenciais no país. Em entrevista ao canal RT, ele afirmou: "O problema está na oposição, e não nas eleições regulares".

Por sua vez, a oposição diz organizar o processo para novas eleições, de acordo com o jornal "El Universal". A Assembleia Nacional, liderada pela oposição, mas não reconhecida por Maduro, anunciou nesta segunda que vai designar um comitê para estabelecer um novo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Ajuda humanitária

Nesta segunda, o Grupo de Lima - que também apoia Guaidó e do qual o Brasil faz parte - se reuniu em em Ottawa, no Canadá, e pediu que as Forças Armadas das Venezuela demonstrem sua lealdade ao opositor e pediu a entrega imediata de auxílio humanitário ao país.

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou uma ajuda de US$ 53 milhões ao povo venezuelano. "Hoje, o Canadá anuncia (uma ajuda) de US$ 53 milhões para atender às necessidades mais urgentes dos venezuelanos, principalmente os quase três milhões de refugiados", declarou Trudeau.


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