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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Rússia apoia conversações entre Maduro e oposição da Venezuela

Após apoio de países europeus a Juan Guaidó, Nicolás Maduro volta a negar novas eleições presidenciais no país.


Por G1

O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse nesta terça-feira (5) que a crise na Venezuela só poderá ser resolvida se autoridades do governo de Nicolás Maduro e a oposição conversarem diretamente, informou a agência de notícias RIA.

Combinação de fotos mostra Juan Guaidó e Nicolás Maduro — Foto: Yuri Cortez/ AFP
Combinação de fotos mostra Juan Guaidó e Nicolás Maduro — Foto: Yuri Cortez/ AFP

"Continuamos a acreditar que a única maneira de sair desta crise é sentar o governo e a oposição na mesa de negociações", disse Lavrov, segundo a RIA. "Caso contrário, será simplesmente a mesma mudança de regime que o Ocidente fez muitas vezes."

Nesta segunda-feira, os principais países europeus reconhecerem o líder da oposição Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, aumentando o aspecto global da crise que envolve o regime socialista de Maduro, que tem o apoio de Moscou.

Esses países haviam dado um ultimato de 8 dias para que Maduro convocasse eleições, ou reconheceriam Guaidó, que também tem o apoio de Estados Unidos, Brasil e outros países da América. A oposição e boa parte da comunidade internacional consideram que as últimas eleições presidenciais venezuelanas foram arbitrárias e fraudulentas.

Novas eleições?

Após o apoio dos países europeus a Guaidó, Maduro voltou a negar a realização de eleições presidenciais no país. Em entrevista ao canal RT, ele afirmou: "O problema está na oposição, e não nas eleições regulares".

Por sua vez, a oposição diz organizar o processo para novas eleições, de acordo com o jornal "El Universal". A Assembleia Nacional, liderada pela oposição, mas não reconhecida por Maduro, anunciou nesta segunda que vai designar um comitê para estabelecer um novo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Ajuda humanitária

Nesta segunda, o Grupo de Lima - que também apoia Guaidó e do qual o Brasil faz parte - se reuniu em em Ottawa, no Canadá, e pediu que as Forças Armadas das Venezuela demonstrem sua lealdade ao opositor e pediu a entrega imediata de auxílio humanitário ao país.

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou uma ajuda de US$ 53 milhões ao povo venezuelano. "Hoje, o Canadá anuncia (uma ajuda) de US$ 53 milhões para atender às necessidades mais urgentes dos venezuelanos, principalmente os quase três milhões de refugiados", declarou Trudeau.


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