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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Saída dos EUA do Tratado INF traz ameaça nuclear à Europa, diz ministra austríaca

A ministra de Relações Exteriores da Áustria, Karin Kneissl, lamentou a decisão dos EUA de abandonar o Tratado INF de mísseis de médio alcance e de curto alcance com a Rússia, apelando às partes para que preservassem o pacto através do diálogo.


Sputnik

"A decisão dos EUA de abandonar o Tratado INF é lamentável", disse a ministra, citada pela assessoria de imprensa do seu ministério.


Ministra de Relações Exteriores da Áustria, Karin Kneissl
Karin Kneissl © Sputnik / Maksim Blinov

Kneissl observou que "quando o documento foi assinado em 1987, foi o início de uma grande 'descongelar' nas relações entre os EUA e a Rússia."

"Foi um marco importante no caminho para o fim da Guerra Fria", acrescentou.

Na opinião dela, "as denúncias recíprocas sobre as violações do tratado são devidas à falta de confiança".

"Os EUA e a Rússia precisam fazer esforços e dialogar para preservar o Tratado INF", enfatizou.

As declarações dos EUA, afirmou ela, levantam preocupações sobre o início de uma nova corrida armamentista nuclear e sobre o desmantelamento de outros pactos fundamentais sobre redução de armas.

"Acordos existentes devem ser honrados, dá-nos segurança se mísseis de médio alcance na Europa reaparecer após mais de 30 anos, isso irá aumentar significativamente a ameaça nuclear no Velho Continente", advertiu a ministra.

O governo dos EUA do presidente Donald Trump anunciou que a partir deste sábado começará o processo de se retirar do Tratado INF, assinado em 1987 com a então União Soviética para proibir mísseis balísticos e de cruzeiro com um alcance de entre 500 e 5.500 quilômetros.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que "se a Rússia não voltar ao cumprimento integral e verificável com o tratado nos últimos seis meses", forçando assim aos EUA a formalização de sua retirada do acordo.

Em outubro de 2018, Trump havia avisado que seu país abandonaria o pacto com o argumento de que Moscou estaria supostamente violando-o. Já a Rússia alega que cumpre com o tratado INF à risca e que será forçado a reagir se Washington o abandonar.

Em 23 de janeiro, os Ministérios de Relações Exteriores e da Defesa da Rússia apresentaram o míssil 9M729, cujo alcance violaria o Tratado INF. Os EUA acusam sem nenhuma evidência — para adidos militares de embaixadas estrangeiras e da imprensa indicaram que seu alcance máximo é de 480 quilómetros, menos do que o coberto pelo tratado.

No entanto, os EUA, que não enviaram seus representantes ao evento, insistem na destruição do dito míssil.

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