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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Senador: EUA estão perdendo supremacia militar frente à Rússia e China

O chefe do Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA, Jim Inhore, afirma que Washington está perdendo sua superioridade militar sobre os rivais e agora precisa de investimentos significativos para recuperar o atraso.


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Em seu artigo publicado no jornal Tulsa World, o senador observa que os EUA perderam vantagem tanto em armas convencionais como em armas avançadas, incluindo a inteligência artificial, armas hipersônicas e até no uso da tecnologia de "energia dirigida".


Veículos militares dos EUA
© AFP 2018 / DANIEL MIHAILESCU

Inhore ressalta que os EUA "venceram duas guerras mundiais" devido a sua superioridade militar, acrescentando que o Pentágono possuía tantas aeronaves no final da Guerra Fria quanto a Rússia e a China juntas. No entanto, nos últimos dez anos a supremacia militar se degradou.

"Vejam o bombardeiro B-52. Estamos voando nesta aeronave por mais de 66 anos", escreve, enfatizando que, enquanto a Rússia e a China estavam evoluindo, Washington se confortou com o fato de que o seu equipamento "era muito melhor".

Segundo ele, os EUA estão ficando para trás da Rússia e da China, e essa lacuna vai aumentando devido ao financiamento insuficiente.

"Acredito que estamos na posição mais ameaçada da minha vida, e devemos priorizar nossas capacidades de defesa para impedir as ameaças que enfrentamos da China e da Rússia. O único jeito de fazer isso é investindo em manutenção e modernização, que foram negligenciadas por muito tempo", conclui.

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