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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Soldados britânicos são proibidos de usar distintivo de caveira parecido com emblema nazista

O distintivo de caveira foi desenhado especialmente para o Serviço Aéreo Especial (SAS, na sigla em inglês) do Reino Unido e é usado nos capacetes e uniformes de militares britânicos.


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O SAS foi obrigado a parar de usar o distintivo da caveira em seus uniformes por ser parecido com o emblema da Cabeça da Morte (Totenkopf) usado pela Waffen-SS da Alemanha de Hitler, escreve o Daily Star.


sas soldier skull
Logotipo do Punisher | Reprodução

"O SAS é de assassinos profissionais — esse é o trabalho. O que tem de mais se eles usarem uma caveira no uniforme? Foi informado para nós que isso pode estar deixando outras unidades insatisfeitas por desrespeitar forças inimigas e por poder encorajar crimes de guerra em algumas tropas estrangeiras com quem o SAS trabalha tais como afegãs e iraquianas", de acordo com uma fonte militar, citada pelo jornal.

Vale destacar que o Serviço Aéreo Especial teria sido notificado da decisão depois que chefes do exército do Reino Unido visitaram o Esquadrão G no condado de Herefordshire. O ex-sargento Trevor Coult, que venceu a Cruz Militar no Iraque e atualmente comanda a organização For Our Veterans (Por Nossos Veteranos) caracterizou a decisão como "completamente ridícula".

"Ministério da Defesa deveria estar fazendo todo o possível para apoiar o SAS, ao invés de dizê-lo o que pode ou não vestir em operações. Isso é um absurdo e ridículo", afirmou Coult.

O crânio passa a ser usado por um soldado das forças especiais britânicas assim que ele mata pela primeira vez em operações militares; os distintivos começaram a ser usados enquanto as tropas britânicas estavam servindo com forças especiais dos EUA no Iraque.


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