Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Soldados britânicos são proibidos de usar distintivo de caveira parecido com emblema nazista

O distintivo de caveira foi desenhado especialmente para o Serviço Aéreo Especial (SAS, na sigla em inglês) do Reino Unido e é usado nos capacetes e uniformes de militares britânicos.


Sputnik

O SAS foi obrigado a parar de usar o distintivo da caveira em seus uniformes por ser parecido com o emblema da Cabeça da Morte (Totenkopf) usado pela Waffen-SS da Alemanha de Hitler, escreve o Daily Star.


sas soldier skull
Logotipo do Punisher | Reprodução

"O SAS é de assassinos profissionais — esse é o trabalho. O que tem de mais se eles usarem uma caveira no uniforme? Foi informado para nós que isso pode estar deixando outras unidades insatisfeitas por desrespeitar forças inimigas e por poder encorajar crimes de guerra em algumas tropas estrangeiras com quem o SAS trabalha tais como afegãs e iraquianas", de acordo com uma fonte militar, citada pelo jornal.

Vale destacar que o Serviço Aéreo Especial teria sido notificado da decisão depois que chefes do exército do Reino Unido visitaram o Esquadrão G no condado de Herefordshire. O ex-sargento Trevor Coult, que venceu a Cruz Militar no Iraque e atualmente comanda a organização For Our Veterans (Por Nossos Veteranos) caracterizou a decisão como "completamente ridícula".

"Ministério da Defesa deveria estar fazendo todo o possível para apoiar o SAS, ao invés de dizê-lo o que pode ou não vestir em operações. Isso é um absurdo e ridículo", afirmou Coult.

O crânio passa a ser usado por um soldado das forças especiais britânicas assim que ele mata pela primeira vez em operações militares; os distintivos começaram a ser usados enquanto as tropas britânicas estavam servindo com forças especiais dos EUA no Iraque.


Comentários

Postagens mais visitadas