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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Tropas estadunidenses serão totalmente retiradas da Síria até final de abril, diz mídia

Segundo a mídia estadunidense, os EUA retirarão todas as suas forças da Síria até ao final de abril de 2019, mas a maioria das tropas estadunidenses será retirada do país até meados de março.


Sputnik

Os EUA se preparam para retirar todas as suas tropas que ainda estão na Síria até ao fim de abril, informou na quinta-feira (7) o jornal The Wall Street Journal, citando atuais e antigos militares estadunidenses. 


Militar estadunidense vigia área em veículo blindado na Síria
Tropa dos EUA na Síria © AP Photo / APTV

Segundo a edição, a maioria das tropas estadunidenses será retirada do país até meados de março.

Na quarta-feira (6) um alto funcionário da Administração dos EUA revelou aos jornalistas que a área síria de Al-Tanf será a última a ser abandonada pelas tropas estadunidenses, acrescentando que os EUA vão continuar a ser “o doador humanitário número um para a Síria”.

Em dezembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a decisão de retirar 2.000 militares estadunidenses da Síria e declarou a vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na Síria.

Ao mesmo tempo, Washington prometeu que a luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o terrorismo na região continuaria.

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