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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Tropas estadunidenses serão totalmente retiradas da Síria até final de abril, diz mídia

Segundo a mídia estadunidense, os EUA retirarão todas as suas forças da Síria até ao final de abril de 2019, mas a maioria das tropas estadunidenses será retirada do país até meados de março.


Sputnik

Os EUA se preparam para retirar todas as suas tropas que ainda estão na Síria até ao fim de abril, informou na quinta-feira (7) o jornal The Wall Street Journal, citando atuais e antigos militares estadunidenses. 


Militar estadunidense vigia área em veículo blindado na Síria
Tropa dos EUA na Síria © AP Photo / APTV

Segundo a edição, a maioria das tropas estadunidenses será retirada do país até meados de março.

Na quarta-feira (6) um alto funcionário da Administração dos EUA revelou aos jornalistas que a área síria de Al-Tanf será a última a ser abandonada pelas tropas estadunidenses, acrescentando que os EUA vão continuar a ser “o doador humanitário número um para a Síria”.

Em dezembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a decisão de retirar 2.000 militares estadunidenses da Síria e declarou a vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na Síria.

Ao mesmo tempo, Washington prometeu que a luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o terrorismo na região continuaria.

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