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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Tropas estadunidenses serão totalmente retiradas da Síria até final de abril, diz mídia

Segundo a mídia estadunidense, os EUA retirarão todas as suas forças da Síria até ao final de abril de 2019, mas a maioria das tropas estadunidenses será retirada do país até meados de março.


Sputnik

Os EUA se preparam para retirar todas as suas tropas que ainda estão na Síria até ao fim de abril, informou na quinta-feira (7) o jornal The Wall Street Journal, citando atuais e antigos militares estadunidenses. 


Militar estadunidense vigia área em veículo blindado na Síria
Tropa dos EUA na Síria © AP Photo / APTV

Segundo a edição, a maioria das tropas estadunidenses será retirada do país até meados de março.

Na quarta-feira (6) um alto funcionário da Administração dos EUA revelou aos jornalistas que a área síria de Al-Tanf será a última a ser abandonada pelas tropas estadunidenses, acrescentando que os EUA vão continuar a ser “o doador humanitário número um para a Síria”.

Em dezembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a decisão de retirar 2.000 militares estadunidenses da Síria e declarou a vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na Síria.

Ao mesmo tempo, Washington prometeu que a luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o terrorismo na região continuaria.

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