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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Venezuela expulsa eurodeputados que se reuniriam com Guaidó

Uma delegação de seis deputados do Parlamento Europeu foi impedida de entrar na Venezuela neste domingo (17).


Sputnik

"Atenção, nossos passaportes foram retirados de nós e estão nos expulsando da Venezuela, estão nos tratando mal e a única explicação que eles dão é que Maduro não nos quer aqui. Fomos a primeira delegação internacional convidada pelo presidente Juan Guaidó. Hoje eles nos expulsam, mas logo voltaremos a uma Venezuela livre", escreveu no Twitter o eurodeputado González Pons.


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Venezuela expulsa deputados europeus | Reprodução

O eurodeputado também publicou um vídeo em que conta detalhes do episódio. Pons diz que a delegação já havia sido avisada pela embaixada da União Europeia e da Espanha que os congressistas seriam "presos ou detidos" na Venezuela.

Pons classificou Maduro como ditador.

Em 21 de janeiro, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução reconhecendo o oposicionista Juan Guaidó como "presidente interino legítimo da Venezuela".

O chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, disse que Caracas notificou previamente que a entrada não seria permitida porque a visita tinha "fins conspiratórios" e seria uma "provocação".

A Venezuela atravessa uma crise econômica e política que se agravou em 23 de janeiro, depois que o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, declarou-se presidente interino do país.

O chefe de Estado venezuelano, Nicolás Maduro, que assumiu o segundo mandato em 10 de janeiro, descreveu a declaração como uma tentativa de golpe por Guaidó e culpou os EUA.

Guaidó foi reconhecido pelos EUA, a maioria dos países membros do Grupo de Lima e várias nações ao longo das Américas, bem como a maior parte da União Europeia.

Rússia, Bolívia, China, Cuba, Irã, Turquia e outros países reafirmaram seu apoio a Maduro.

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