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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Venezuela: 'Secretariado da ONU decidiu que não deve fazer parte de nenhum grupo'

Secretário-geral confirmou contatos com representantes de várias iniciativas; embaixador da Guiné Equatorial, país que este mês preside o Conselho de Segurança, disse que tema não figura na agenda de trabalho de fevereiro.


ONU

O secretário-geral das Nações Unidas disse esta segunda-feira que “têm havido várias iniciativas de vários grupos de países” em relação à situação na Venezuela.


Secretário-geral fala a jornalistas na sede da ONU, by Foto ONU/Mark Garten

António Guterres declarou a jornalistas, em Nova Iorque, que esteve em contato com protagonistas de todas essas iniciativas, mas que o Secretariado da ONU decidiu não fazer parte de nenhuma delas.

Distúrbios

Ele acrescentou que o objetivo dessa posição é dar credibilidade à oferta contínua da ONU de bons ofícios para as partes envolvidas possam, a seu pedido, ajudar a encontrar uma solução política para a crise.

Em 29 de janeiro, o Conselho de Segurança discutiu a situação no país onde pelo menos 40 pessoas foram mortas em protestos envolvendo simpatizantes do autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, e do presidente Nicolás Maduro.

Nessa sessão do Conselho, o Departamento dos Assuntos Políticos das Nações Unidas destacou que o diálogo e a cooperação são vitais para acabar com a crise.

Agenda

Antes da declaração de Guterres, a ONU News conversou, em Nova Iorque, com o embaixador da Guiné Equatorial junto à ONU. O diplomata falou das sessões do órgão marcadas para fevereiro, na qualidade de presidente rotativo neste período.

Questionado sobre possíveis debates sobre a Venezuela, Anatólio Ndong Mba declarou que o assunto não estava agendado, mas confirmou haver conversas em nível diplomático.

“Eu não posso ser específico, porque o tema da Venezuela não figura na agenda de trabalho deste mês de fevereiro. Não figura na agenda do Conselho de Segurança. Salvo que algum país, em algum momento, quiser propor. Mas então prefiro não comentar sobre a Venezuela. Vamos esperar. Sabendo perfeitamente que há iniciativas, do México, Uruguai, Nações Unidas. Então vamos ver que desenvolvimentos vão ter essas iniciativas e correntes que existem atualmente. Mas, como ainda não está contemplado na agenda de trabalho, prefiro não especificar.”

Mais de 850 manifestantes já foram detidos após os protestos na Venezuela incluindo dezenas de crianças, de acordo com o Escritório de Direitos Humanos da ONU.

As Nações Unidas estimam ainda que 3 milhões de pessoas deixaram o país desde 2015, devido à crise política e econômica.

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