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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Washington exige que Alemanha aumente gastos militares porque 'Rússia está à porta'

Berlim não deve economizar em defesa porque "a Rússia está à porta", declarou o embaixador dos EUA na Alemanha, Richard Grenell.


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"As obrigações da Alemanha de aumentar os gastos militares para 1,5% [do PIB] são insuficientes, a OTAN exige 2% até 2024", disse o embaixador em entrevista ao jornal Welt am Sonntag poucos dias antes da reunião dos ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas.


As forças da OTAN na Letônia
Tropas da OTAN na Letônia © REUTERS / Ints Kalnins

"Os EUA simplesmente lembram à sua boa aliada, a Alemanha, que agora não é a hora de enfraquecer ou minar a OTAN. A Rússia está à porta, deveria ser claro para todos que a OTAN tem de se fortalecer", acrescentou o embaixador.

Grenell declarou que "a Alemanha ainda não apresentou um plano convincente de um caminho para uma meta de 2%".

Segundo o diplomata, ele “entende que os alemães preferem gastar o dinheiro dos impostos em casa e não aumentar o orçamento militar".

Ao mesmo tempo, Grenell negou os rumores que os EUA poderiam abandonar a aliança militar e afirmou que "os EUA estão totalmente comprometidos com a OTAN".

Em julho de 2016, a OTAN aprovou um aumento sem precedentes de sua presença militar no leste da Europa, que inclui a implantação de batalhões multinacionais na Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia no âmbito de uma política de contenção da Rússia, que foi acusada de desestabilização da situação na Ucrânia.

Comentando a situação, o chanceler russo, Sergei Lavrov, disse que a aliança está ciente de que a Rússia não planeja atacar nenhum país e usam a suposta ameaça russa para justificar o envio de armas e tropas para perto das fronteiras russas.

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