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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Washington pretende destruir a ordem constitucional na Venezuela, diz chancelaria russa

Os Estados Unidos estão fazendo seus melhores esforços para destruir a ordem constitucional e mudar o governo na Venezuela, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zajárova.


Sputnik

"Vimos (…) os esforços de Washington e da administração [dos Estados Unidos] concentrados ao máximo na mudança de ordem constitucional na Venezuela", disse a diplomata ao canal de televisão Rossiya 1.


Manifestante joga bomba de gás lacrimogêneo de volta contra Guarda Nacional venezuelana durante protesto em Caracas, Venezuela, em 21 de janeiro de 2019
© REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

Segundo Zajárova, no caso de uma guerra civil começar na Venezuela, o governo dos EUA terá que explicar ao seu povo e ao povo da América Latina "para onde os venezuelanos irão".

O representante do Ministério de Relações Exteriores da Rússia ressaltou que o fluxo migratório dos países latino-americanos, que preocupa tanto os EUA que está construindo um muro na fronteira com o México, "aumentará várias vezes" em caso de conflito na Venezuela.

A crise venezuelana se agravou em 23 de janeiro, depois que o presidente da Assembléia Nacional (Parlamento unicameral, com maioria de oposição), Juan Guaidó, proclamou-se presidente interino do país.

O chefe do Estado venezuelano, Nicolás Maduro, que assumiu o segundo mandato em 10 de janeiro, descreveu a declaração de Guaidó como uma tentativa de golpe e culpou os EUA por orquestrá-la.

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