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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Washington pretende destruir a ordem constitucional na Venezuela, diz chancelaria russa

Os Estados Unidos estão fazendo seus melhores esforços para destruir a ordem constitucional e mudar o governo na Venezuela, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zajárova.


Sputnik

"Vimos (…) os esforços de Washington e da administração [dos Estados Unidos] concentrados ao máximo na mudança de ordem constitucional na Venezuela", disse a diplomata ao canal de televisão Rossiya 1.


Manifestante joga bomba de gás lacrimogêneo de volta contra Guarda Nacional venezuelana durante protesto em Caracas, Venezuela, em 21 de janeiro de 2019
© REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

Segundo Zajárova, no caso de uma guerra civil começar na Venezuela, o governo dos EUA terá que explicar ao seu povo e ao povo da América Latina "para onde os venezuelanos irão".

O representante do Ministério de Relações Exteriores da Rússia ressaltou que o fluxo migratório dos países latino-americanos, que preocupa tanto os EUA que está construindo um muro na fronteira com o México, "aumentará várias vezes" em caso de conflito na Venezuela.

A crise venezuelana se agravou em 23 de janeiro, depois que o presidente da Assembléia Nacional (Parlamento unicameral, com maioria de oposição), Juan Guaidó, proclamou-se presidente interino do país.

O chefe do Estado venezuelano, Nicolás Maduro, que assumiu o segundo mandato em 10 de janeiro, descreveu a declaração de Guaidó como uma tentativa de golpe e culpou os EUA por orquestrá-la.

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