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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Abaixo-assinado pede à Casa Branca deportação de filha de Hugo Chávez dos EUA

Cerca de 30 mil pessoas já assinaram um abaixo-assinado que será enviado à Casa Branca para exigir a deportação dos Estados Unidos de María Gabriela Chávez, filha do ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez e delegada permanente do governo de Nicolás Maduro nas Nações Unidas, em Nova York.


EFE

Washington - "De acordo com a posição dos Estados Unidos sobre a Venezuela e a decisão de não reconhecer o regime de Maduro, o povo venezuelano pede respeitosamente a deportação de María Gabriela Chávez", diz o pedido publicado na plataforma "We The People", da Casa Branca.


Foto de arquivo de María Gabriela Chávez em 2013. EFE/Miguel Gutiérrez
Foto de arquivo de María Gabriela Chávez em 2013. EFE/Miguel Gutiérrez

A solicitação, criada no último domingo por uma pessoa que responde pela sigla J.P., precisa de 100 mil assinaturas para obter uma resposta oficial do governo americano.

O autor do pedido argumentou que a filha de Chávez "criticou abertamente a cultura e a democracia dos EUA enquanto está em território americano". "Ela representa um regime de narcotráfico e um estado terrorista", completou o solicitante.

Além disso, os signatários criticam María Gabriela por não ter participado de três das últimas cinco reuniões da Assembleia Geral da ONU, apesar de estar em Nova York exercendo "tarefas públicas".

Além disso, o abaixo-assinado pede que o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), ligado ao Departamento do Tesouro, para abrir uma investigação sobre a delegada venezuelana na ONU.

"Ela seria uma destinatária conhecida de grandes somas de dinheiro resultante da corrupção sistemática na Venezuela", afirmou o autor do pedido no texto de solicitação do abaixo-assinado.

Maduro, no poder desde 2013, tomou posse para seu segundo mandato no dia 10 de janeiro, após vencer eleições não reconhecidas por parte da comunidade internacional.

Quando o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país no dia 23 de janeiro, os EUA foram um dos primeiros países do mundo a reconhecê-lo, reunindo o apoio de outros governos da América Latina e da União Europeia.

No entanto, Maduro segue exercendo o poder de fato na Venezuela, tem o apoio crucial do comando das Forças Armadas e é ainda apoiado por uma série de países, entre eles Rússia e China.

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