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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Alemanha propõe porta-aviões europeu

A chanceler alemã, Angela Merkel, apoiou a ideia de um porta-aviões europeu conjunto.


Poder Naval

A ideia foi sugerida pelo líder de seu partido, Annegret Kramp-Karrenbauer.

Concepção feita pela DCNS (atual Naval Group) para o futuro navio-aeródromo brasileiro
Concepção de um futuro navio-aeródromo francês para substituir o Charles de Gaulle

Annegret Kramp-Karrenbauer, o político que sucedeu Merkel no ano passado como líder da União Democrata Cristã na Alemanha, fez a proposta em uma resposta de fim de semana às propostas do presidente francês para a reforma europeia.

A Alemanha e a França já estão trabalhando juntas em uma futura aeronave de combate europeia.

“O próximo passo poderia ser começar o projeto simbólico de construir um porta-aviões europeu comum” para destacar o que a UE chama de seu papel de segurança global.

Merkel disse na segunda-feira, de acordo com a agência de notícias Reuters, que “é certo e bom termos esse equipamento do lado europeu, e eu estou feliz em trabalhar nisso”.

Atualmente não está claro se esta é uma proposta para uma embarcação operada em conjunto ou uma classe comum, esta última parece, no entanto, a menos provável devido ao custo.

Em outubro de 2018, o Ministério da Defesa da França lançou um estudo de 18 meses por 40 milhões de euros para a eventual substituição futura do porta-aviões francês Charles de Gaulle para além de 2030.

A decisão para o novo porta-aviões está prevista para além de 2025, e ele deverá permanecer em serviço até depois de 2080 e uma das propostas é apresentada acima.

FONTE: UK Defence Journal

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