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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Astro da Segunda Guerra, destruidor de tanques Su-100 ainda assusta (VIDEO)

Máquina de aço ficou conhecida como um dos melhores caça-tanques do conflito. Pode perfurar inimigos com seu canhão de 125mm a uma distância de 2.000 metros.


Jakob Orekhov | Russia Beyond

O SU-100 serviu durante o último ano da Segunda Guerra Mundial. Foi usado em grande número na Hungria, em março de 1945, quando as forças soviéticas derrotaram os alemães na batalha do lago Balaton. Em julho de 1945, foram construídos nada menos que 2.335 destruidores de tanque SU-100.


SU-100 no Museu da Revolução em Havana

O Su-100 foi empregado pela União Soviética, Egito, Angola e Cuba. O país árabe usou o destruidor de tanques na Guerra do Sinai (1956), onde aterrorizaram as tripulações dos M4 Sherman, de fabricação norte-americana, usados por Israel. Eles voltaram a lutar pelo país árabe nas guerras de 1967 e 1973.

Na URSS, os SU-100 foram retirados de serviço em 1957. Na época, acabaram sendo transferidos para estoques de reserva, onde muitos continuam até hoje. Um grande número deles (para felicidade dos fãs de blindados) está em perfeito funcionamento.

Em países como Vietnã, Coreia do Norte e Iêmen, os modelos continuam na ativa.

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