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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Astro da Segunda Guerra, destruidor de tanques Su-100 ainda assusta (VIDEO)

Máquina de aço ficou conhecida como um dos melhores caça-tanques do conflito. Pode perfurar inimigos com seu canhão de 125mm a uma distância de 2.000 metros.


Jakob Orekhov | Russia Beyond

O SU-100 serviu durante o último ano da Segunda Guerra Mundial. Foi usado em grande número na Hungria, em março de 1945, quando as forças soviéticas derrotaram os alemães na batalha do lago Balaton. Em julho de 1945, foram construídos nada menos que 2.335 destruidores de tanque SU-100.


SU-100 no Museu da Revolução em Havana

O Su-100 foi empregado pela União Soviética, Egito, Angola e Cuba. O país árabe usou o destruidor de tanques na Guerra do Sinai (1956), onde aterrorizaram as tripulações dos M4 Sherman, de fabricação norte-americana, usados por Israel. Eles voltaram a lutar pelo país árabe nas guerras de 1967 e 1973.

Na URSS, os SU-100 foram retirados de serviço em 1957. Na época, acabaram sendo transferidos para estoques de reserva, onde muitos continuam até hoje. Um grande número deles (para felicidade dos fãs de blindados) está em perfeito funcionamento.

Em países como Vietnã, Coreia do Norte e Iêmen, os modelos continuam na ativa.

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