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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Ataque a base militar afegã termina depois de 17 horas com 25 mortos

As autoridades do Afeganistão deram nesta sexta-feira por finalizado o ataque a uma base militar na província de Helmand, no sul do país, que terminou com a morte de pelo menos cinco membros das forças de segurança e 20 talibãs, após quase 17 horas de enfrentamentos.


EFE

Cabul - "O ataque às forças militares acabou com a morte de 20 terroristas", informou à Agência Efe o porta-voz do escritório do governador de Helmand, Omar Zwak, que explicou que a ação começou de madrugada e terminou às 19h20 (horário local, 11h50 em Brasília).


Soldado afegão em foto de janeiro. EFE/ Ghulamullah Habibi
Soldado afegão em foto de janeiro. EFE/ Ghulamullah Habibi

Dos insurgentes mortos no ataque à base militar, que abriga o quartel-general de um corpo do Exército e uma importante base aérea, oito carregavam explosivos e as forças de segurança foram obrigadas a atuar com precaução para minimizar as baixas, acrescentou Zwak.

Além dos cinco militares mortos, 12 ficaram feridos.

O porta-voz indicou que "as forças de segurança ainda continuam as operações de busca, embora por enquanto não tenham encontrado a resistência de nenhum dos agressores, se é que algum deles tenha sobrevivido".

Por sua vez, o porta-voz talibã Qari Yusuf Ahmadi reivindicou a autoria da ação em uma declaração divulgada na plataforma de mensagens Viber.

Ahmadi afirmou que os agressores ainda estavam vivos e afirmou que durante a operação "até agora 70 soldados americanos e mais de cem mercenários tinham morrido e um grande número tinha sido ferido", mas é sabido que a organização insurgente costuma oferecer informações tendenciosas sobre o alcance das suas ações.

Por outro lado, o porta-voz das forças dos Estados Unidos no Afeganistão, o coronel Dave Butler, negou que tenha havido baixas entre os soldados americanos na ação dos talibãs e afirmou que "o ataque foi repelido pelas corajosas forças de segurança afegãs".

"Parem de brigar contra seus próprios compatriotas e levem a paz a sério", acrescentou Butler em mensagem no Twitter.

Estes fatos acontecem em meio à quinta rodada de reuniões em Catar entre uma delegação de talibãs e representantes dos EUA para abordar as negociações de paz no Afeganistão.

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