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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Avião russo sobrevoa bases militares dos EUA

Uma aeronave Tu-154M LK-1 da Força Aeroespacial da Rússia sobrevoou o território dos EUA, de acordo com recursos de monitoramento.


Sputnik

Como informa o portal The Drive, o avião com equipamento para fotografia e monitoramento por radar realizou um voo de observação no âmbito do Tratado de Céus Abertos.

Avião Tu-154 (imagem referencial)
Tupolev Tu-154 © Sputnik / Mikhail Melnichuk

O Tu-154M decolou da base aérea de Great Falls, localizada no estado americano de Montana, e percorreu por várias horas o oeste do país — Nevada e Califórnia.

Em particular, ele passou perto das bases aéreas de Lemoore e China Lake e do polígono de Fort Irwin e sobrevoou as bases de Edwards, Creech e Nellis. Em seguida, foi monitorado o polígono NTTR e depois a fábrica de armas nucleares de Yucca Flat. Além disso, de acordo com relatos mediáticos, o avião passou perto da Área 51, uma subunidade remota da base aérea de Edwards.

A maior parte do voo foi realizada à altitude de pouco mais de 4 quilômetros acima do solo. Na área de NTTR o avião subiu a uma altura de cerca de 9 quilômetros.

Os países da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) assinaram em 1992 o Tratado de Céus Abertos. O documento foi uma das medidas de criação de confiança na Europa após a Guerra Fria.

De acordo com o documento, os Estados podem realizar voos de reconhecimento sobre o território de outros países membros e coletar informações sobre suas tropas. O Tratado está em vigor desde 2002 e inclui a maioria dos países da OTAN, a Rússia, a Bielorrússia, a Ucrânia, a Geórgia, a Bósnia e Herzegovina e países neutros como a Suécia e a Finlândia.

Avião Dewoitine D.520 Fighter - HOBBYBOSS

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