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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Bolsonaro recebe Mourão, ministros e comandantes das Forças Armadas para tratar de previdência dos militares

Reunião ocorre no Palácio da Alvorada, após retorno de Bolsonaro dos EUA. Governo tenta fechar nesta quarta projeto com mudanças nas regras de aposentadoria e pensões dos militares.


Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

O presidente Jair Bolsonaro recebeu na manhã desta quarta-feira (20) no Palácio da Alvorada o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e os comandantes das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica).

Bolsonaro recebeu ministros e comandantes das Forças Armadas para tratar de aposentadoria de militares — Foto: Marcos Corrêa/PR
Bolsonaro recebeu ministros e comandantes das Forças Armadas para tratar de aposentadoria de militares — Foto: Marcos Corrêa/PR

No encontro, Bolsonaro será apresentado ao texto do projeto com mudanças na previdência de militares. O vice-presidente Hamilton Mourão, os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), e o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, também participaram da reunião.

Este é o primeiro compromisso do presidente após o retorno da viagem aos Estados Unidos, nesta quarta. Bolsonaro ficou três dias em Washington, onde foi recebido pelo presidente norte-americano Donald Trump.

Bolsonaro tenta fechar nesta quarta o projeto de lei com mudanças na previdência dos militares. A intenção do governo é enviar o texto à tarde ao Congresso Nacional.

Entre as mudanças que o governo avalia para a aposentadoria de militares deverão estar:

  • Pagamento de alíquota de 10,5% para o fundo de pensão (o valor atual é de 7,5%);
  • aumento de 30 para 35 anos no tempo para passar para a reserva.
Em troca, os militares pedem compensações, como a reestruturação da carreira, com a criação de novas patentes, por exemplo.

Tramitação da reforma

As mudanças nas regras de aposentadoria e pensões dos militares integram o pacote do governo da reforma da Previdência. A primeira parte foi enviada ao Congresso em fevereiro.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aguarda o envio do projeto sobre os militares para iniciar a análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) que muda o regime geral da Previdência. Na comissão, os deputados definem se a emenda fere ou não a Constituição.

Depois de ser votada na CCJ, a reforma será encaminhada a uma comissão especial, que debaterá o conteúdo do projeto.

A apresentação do projeto sobre os militares é uma exigência de aliados de Bolsonaro para começarem a analisar PEC que altera as regras previdenciárias de trabalhadores civis.

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