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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Caças russos escoltaram 2 bombardeiros estratégicos dos EUA nas últimas 24 horas (VÍDEO)

Nas últimas 24 horas, aeronaves russas Su-27 escoltaram duas vezes bombardeiros estratégicos B-52H da Força Aérea dos EUA sobre o mar Báltico, de acordo com o Centro Nacional de Gestão da Defesa da Federação da Rússia.


Sputnik

"Os caças russos Su-27 das forças de plantão da defesa antiaérea escoltaram duas vezes nas últimas 24 horas bombardeiros B-52H da Força Aérea dos EUA que estavam efetuando voos no espaço aéreo sobre as águas neutrais do mar Báltico", lê-se no comunicado. 


Caças Su-27 da Força Aérea russa
Sukhoi Su-27 © Sputnik / Anton Denisov

De acordo com o centro, as aeronaves dos EUA foram detectadas pelos meios de controle do espaço aéreo russo a uma distância significativa da fronteira russa.

"Durante o voo, as tripulações dos caças Su-27 não permitiram que os bombardeiros estrangeiros se aproximassem da fronteira nacional", adicionou.

Segundo os dados do centro, desde 14 de março, as aeronaves da aviação estratégica dos EUA já efetuaram sete voos sobre o mar Báltico.

O último caso ocorreu em 20 de março, quando dois caças Su-27 levantaram voo sobre o mar Báltico para escoltar um bombardeiro dos EUA.

Em 21 de março, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, afirmou que o envio de bombardeiros B-52 para a Europa leva ao crescimento das tensões nas proximidades das fronteiras russas.

"Tais ações dos EUA não levam ao fortalecimento da atmosfera de segurança e estabilidade na região adjacente às fronteiras russas", disse.


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