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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Caças russos escoltaram 2 bombardeiros estratégicos dos EUA nas últimas 24 horas (VÍDEO)

Nas últimas 24 horas, aeronaves russas Su-27 escoltaram duas vezes bombardeiros estratégicos B-52H da Força Aérea dos EUA sobre o mar Báltico, de acordo com o Centro Nacional de Gestão da Defesa da Federação da Rússia.


Sputnik

"Os caças russos Su-27 das forças de plantão da defesa antiaérea escoltaram duas vezes nas últimas 24 horas bombardeiros B-52H da Força Aérea dos EUA que estavam efetuando voos no espaço aéreo sobre as águas neutrais do mar Báltico", lê-se no comunicado. 


Caças Su-27 da Força Aérea russa
Sukhoi Su-27 © Sputnik / Anton Denisov

De acordo com o centro, as aeronaves dos EUA foram detectadas pelos meios de controle do espaço aéreo russo a uma distância significativa da fronteira russa.

"Durante o voo, as tripulações dos caças Su-27 não permitiram que os bombardeiros estrangeiros se aproximassem da fronteira nacional", adicionou.

Segundo os dados do centro, desde 14 de março, as aeronaves da aviação estratégica dos EUA já efetuaram sete voos sobre o mar Báltico.

O último caso ocorreu em 20 de março, quando dois caças Su-27 levantaram voo sobre o mar Báltico para escoltar um bombardeiro dos EUA.

Em 21 de março, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, afirmou que o envio de bombardeiros B-52 para a Europa leva ao crescimento das tensões nas proximidades das fronteiras russas.

"Tais ações dos EUA não levam ao fortalecimento da atmosfera de segurança e estabilidade na região adjacente às fronteiras russas", disse.


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