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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Caracas comenta declarações de líderes dos EUA e do Brasil: 'Perigoso'

A Venezuela considera perigosas as declarações sobre o futuro do país pelos presidentes dos EUA e do Brasil e está determinada a continuar trabalhando para garantir a paz na região, disse o Ministério de Relações Exteriores da Venezuela em um comunicado.


Sputnik

"O governo venezuelano expressa sua forte rejeição de declarações perigosas feitas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e pelo presidente brasileiro Jair Bolsonaro em 19 de março… O governo venezuelano continuará trabalhando em conformidade com a lei internacional para garantir a criação de uma zona de paz na América Latina e no Caribe", disse o comunicado.


Presidente Bolsonaro discursa na Câmara de Comércio em Washington, 18 de março de 2019
Jair Bolsonaro © AP Photo / Susan Walsh

Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu colega brasileiro, Jair Bolsonaro, realizaram conversas e reiteraram apoio ao líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó. Quando perguntado sobre a possibilidade de uma intervenção militar na Venezuela, Trump disse que "todas as opções estão abertas".

A Venezuela está em um estado de crise política desde janeiro, quando Guaidó, chefe da Assembleia Nacional controlada pela oposição, se declarou presidente interino. Ele foi imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, que congelaram US$ 7 bilhões em ativos de petróleo do país e conclamou o presidente legítimo, Nicolás Maduro, a renunciar imediatamente.

Dezenas de nações já endossaram Guaidó, enquanto a Rússia, a China e muitos outros reafirmaram apoio a Maduro como o único mandatário da Venezuela.

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