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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Confira razão que não permitiu USS Fort McHenry entrar em porto qualquer por 2 meses

O navio Fort McHenry, da Marinha dos Estados Unidos, atualmente está cumprindo uma missão no golfo Pérsico. No entanto, ele já lá está há dois meses, mas nunca entrou em nenhum porto. Qual pode ser a razão para esse "isolamento" tão estranho?


Sputnik

Segundo revelaram representantes da 5ª Frota dos EUA à CNN, nos últimos dois meses o navio de desembarque da Marinha dos Estados Unidos, da classe Whidbey Island, não conseguiu entrar em nenhum porto devido a um surto de parotidite, uma infecção viral parecida com a caxumba.


Navio USS Fort McHenry da Marinha americana
USS Fort McHenry © Foto: Marinha dos EUA / Jonathan B. Trejo

O navio de guerra foi colocado sob quarentena no mar depois que 25 marinheiros foram diagnosticados com a doença. Entretanto, o caso mais recente foi relatado em 9 de março.

"Nenhum dos casos ameaça a vida [dos tripulantes] e todos já se recuperaram ou em breve devem se recuperar totalmente", informou a 5ª Frota dos EUA em um comunicado.

Ao mesmo tempo, acrescenta-se que desde que o caso inicial foi detectado, em 22 de dezembro, 24 dos 25 pacientes se recuperaram e retornaram ao serviço.

Todos os 703 militares a bordo do USS Fort McHenry já receberam as vacinas necessárias e os médicos militares estão atualmente avaliando quando o navio de guerra poderá ser considerado clinicamente seguro para fazer uma escala.

Conforme relatam funcionários da entidade militar estadunidense, citados pela CNN, "quando há grandes surtos de doenças, pode ser tomada a decisão de suspender as visitas a portos até 30 dias após a última doença relatada devido aos diferentes períodos de incubação".

O comando do navio, que transporta a bordo elementos da 22ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros, teve que modificar alguns de seus treinamentos programados para lidar com o impacto do surto, acrescentaram.

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