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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Defasagem de equipamento ameaça segurança nacional, diz Defesa

A defasagem do equipamento militar brasileiro representa ameaça à segurança nacional maior do que o crime organizado ou a crise na Venezuela, disse o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva.


UOL | DefesaNet

"Nosso papel é manter a paz, e para isso você precisa de um poder de dissuasão e ter Forças Armadas compatíveis com o tamanho estratégico do Brasil", disse Azevedo e Silva em entrevista em seu gabinete.

Ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva

O ministro citou a extensão territorial, os vastos recursos naturais e a vulnerabilidade das fronteiras como características do Brasil que exigem vigilância total. "O material não pode ficar parado no tempo, obsoleto."

O risco que um equipamento defasado representa supera as ameaças do crime organizado transnacional, da instabilidade na Venezuela e da guerra cibernética, disse Azevedo e Silva. Para atender às demandas de segurança nacional, o governo federal precisa aumentar, e não reduzir o orçamento da Defesa, disse o ministro.

Segundo dados do ministério, o orçamento da pasta previsto para este ano é R$ 14,9 bilhões, contra R$ 17 bilhões em 2018. Os gastos com Defesa representam 1,4% do PIB, proporção menor que países como Equador, Chile e Bolívia, para citar apenas países sul-americanos.

Os dados são do Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI), um think tank especializado em pesquisas sobre armamento. Segundo Azevedo e Silva, o orçamento apertado ameaça a existência dos programas mais importantes das Forças Armadas, com o Prosub (construção de submarinos, incluindo um de propulsão nuclear), o Gripen (caça desenvolvido com a sueca SAAB) e o Sisfron (sistema de monitoramento de fronteiras). "A gente tem os programas, falta oxigênio", disse o ministro.

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