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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Enviado da ONU condena "prisões e violência" por forças de segurança do Hamas durante protestos em Gaza

Nickolay Mladenovo disse que estava "particularmente alarmado com a agressão brutal de jornalistas e funcionários da Comissão Independente dos Direitos Humanos e invasão de casas; palestinos protestam contra a deterioração da situação econômica.


ONU

Em comunicado divulgado este domingo o coordenador especial da ONU para o Processo de Paz no Oriente Médio, Nickolay Mladenov, condenou veementemente a resposta violenta das forças de segurança nos últimos três dias aos protestos palestinos contra a deterioração da situação econômica na Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas.


Coordenador especial da ONU para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov, by ONU/Loey Felipe

Segundo agências de notícias, palestinos tomaram as ruas na quinta e na sexta-feira, após meses de disputas e impasses entre uma facção do Hamas e a Autoridade Nacional Palestina na Cisjordânia, liderada pelo Fatah, assim como com autoridades israelenses, que controlam todos os acessos à Gaza sob uma política de bloqueio de anos.

Taxas

O fornecimento de eletricidade tem sido esporádico há meses, com Israel também retendo as entregas de combustível em retaliação a ataques com foguetes. Recentemente, Israel teria decidido reter cerca de US$ 140 milhões em transferências de impostos para os palestinos.

Ainda de acordo com agências, o Hamas teria imposto taxas extras aos produtos básicos em toda a Faixa de Gaza, uma das questões que também alimentaram os protestos desta semana contra a crise econômica na região. De acordo com os relatos, jovens exibiram cartazes citando “abaixo com o aumento de preços” e "a revolta dos famintos”.

Repressão

Mladenov disse que condenava "veementemente a campanha de prisões e violência usada pelas forças de segurança do Hamas contra os manifestantes, incluindo mulheres e crianças, em Gaza nos últimos três dias”.

Agências de notícias teriam relatado também que a violenta repressão das manifestações pelas forças de segurança do Hamas incluiu esforços para confiscar os telefones dos repórteres e evidências da resposta intensa. Mladenov disse que estava "particularmente alarmado com a agressão brutal de jornalistas e funcionários da Comissão Independente dos Direitos Humanos, além da invasão de casas. ”

De acordo com as agências,, centenas de pessoas que participaram das manifestações teriam sido detidas durante o fim de semana.

Para o coordenador especial da ONU, “o povo de Gaza, que sofre há tanto tempo, estava protestando contra a terrível situação econômica e exigiu uma melhoria na qualidade de vida na Faixa de Gaza”. Ele acrescentou que é o direito do povo de Gaza “protestar sem medo de represálias”.

Acordo

Mladenov pediu que "facções palestinas se envolvam seriamente com o Egito para implementar o Acordo do Cairo na íntegra”. Ele se referia ao acordo fechado em outubro de 2017, entre Hamas e Fatah, pelo fim de mais de uma década de divergências que começaram com a vitória do Hamas nas urnas em Gaza, em 2006.

O coordenador especial destacou que "as Nações Unidas continuarão seus esforços para evitar a escalada, aliviar o sofrimento das pessoas em Gaza, suspender os bloqueios e apoiar a reconciliação”.

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