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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Especialista revela destino da Terra perante uma guerra nuclear entre Índia e Paquistão

Um dos aspectos mais preocupantes no conflito ressurgido entre a Índia e o Paquistão é o fato de que ambos possuem armas nucleares.


Sputnik

Mesmo que possuam uma baixa potência, sua utilização na região afetaria o mundo todo, afirmam os especialistas.


Modelo do míssil indiano Agni-3 durante ensaio da Parada do Dia da República, Nova Deli (foto de arquivo)
Míssil indiano Agni-3 © AP Photo / Manish Swarup

Assim, o pesquisador do Centro Nacional de Investigação Atmosférica dos EUA, Michael Mills, enfatizou que poucos sabem dos perigos que envolve um possível inverno nuclear.

Em entrevista ao portal Business Insider, o especialista ressaltou que, em termos gerais, as armas nucleares são "inutilizáveis" devido ao impacto global que teriam.

Além da explosão com sua bola de fogo, as bombas nucleares podem distribuir resíduos radioativos a centenas de quilômetros, contudo, um dos efeitos mais assustadores são os incêndios, enfatiza o especialista.

"Estas tormentas de fogo podem liberar mais energia que as próprias bombas nucleares. Basicamente criam seu próprio clima e sugam os objetos para seu interior, onde estes se queimam", afirmou Mills, ressaltando que o calor intenso pode desencadear incêndios em um raio de muitos quilômetros.

Mills se baseia em um estudo realizado em 2014, onde foram simulados ataques nucleares entre a Índia e Paquistão empregando apenas 50 ogivas nucleares cada um deles, o que é menos de metade do arsenal de ambos os países.

Cada uma das ogivas possui aproximadamente 15 quilotons de potência, equivalente à explosão ocorrida em Hiroshima. Sendo assim, estas explosões provocariam um aumento de aproximadamente cinco milhões de toneladas de fumaça na atmosfera, causando um inverno nuclear que poderia durar por décadas.

Além disso, até 50% da camada de ozônio seria eliminada sobre as áreas povoadas da terra, abrindo as portas à radiação ultravioleta proveniente do Sol. Com isso, a temperatura na Terra seria a mais baixa dos últimos 1.000 anos, afetando os humanos, as plantas, as colheitas, a vida animal e ecossistemas.

Como consequência teríamos mudanças repentinas no abastecimento de alimentos e o "consequente pânico" causaria "uma fome nuclear global".

As condições climáticas permaneceriam instáveis por mais de 25 anos. Além disso, devido ao aumento do arsenal nuclear destes países, é possível afirmar que os efeitos de uma guerra nuclear entre eles seria devastadora, concluiu Mills.

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