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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Esquadrão VF-1 treina ataque a alvos terrestres na fronteira do Brasil com a Bolívia

Na madrugada do dia 22 de março, em Campo Grande-MS, militares da Marinha do Brasil participaram de um exercício inédito com o emprego de aeronaves de caça do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1).


Poder Naval

O ataque noturno a alvos terrestres, localizados a 300 milhas (aproximadamente 483 quilômetros) do local, ocorreu em pleno Pantanal Mato-grossense, próximo da fronteira do Brasil com a Bolívia. A missão foi parte da Operação “CELEIRO IV”, executada pelo Comando do 6º Distrito Naval, na área de Cáceres-MT.


A área encontrava-se com visibilidade degradada pela névoa, obrigando um dos aviões a realizar um imageamento da região, com posterior designação do alvo, por meio do uso do Radar no modo GMTI (Ground Moving Target Indicator), proporcionando à outra aeronave um perfil de emprego de armamento no modo CCRP (Continuously-Computed Release Point), no qual não é necessário contato visual com o alvo. O objetivo foi apoiar o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais desdobrado em terra.

O exercício serviu para certificar as novas capacidades adquiridas pelas aeronaves AF-1B/C, demonstrar a flexibilidade que os meios podem emprestar ao apoio das diversas operações navais e de fuzileiros navais e contribuir para o crescimento operacional das equipagens diante das demandas apresentadas pela implantação de novas tecnologias.

FONTE: Marinha do Brasil

Avião Rafale C Fighter - HOBBYBOSS

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