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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
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Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Estados Unidos revigoram programa da Guerra Fria para conter Rússia

A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) pretende revigorar programa de contenção da Rússia na Europa, que surgiu pela primeira vez durante a Guerra Fria, informa o portal Aviation Week.


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O conceito sustenta a estratégia do programa Assault Breaker para criar armas "inteligentes" e de alta precisão, que deveriam parar unidades mecanizadas e tanques soviéticos em caso de início de ataque do Exército Vermelho à Europa.


Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA
B-52 Stratofortress © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

Note-se que militares dos EUA planejavam conter o contingente soviético superior na Europa com a ajuda de sistemas de aeronaves e bombas capazes de detectar e destruir equipamentos independentemente.

Naquela época, para cumprimento da missão de contenção, foram escolhidos aviões E-8C JSTARS, que surgem também na versão atualizada do programa como aviação para detecção de inimigo, escreve a mídia. Supõe-se que, depois de detecção, bombardeiros B-52H realizarão ataque de mísseis a veículos blindados inimigos.

A munição utilizada deve ser dotada de sensores infravermelhos para atingir tanques. O programa estabelece 50% de chance de destruir o alvo, com cada bombardeiro estando armado com 20 mísseis. O revigoramento do programa Assault Breaker está associado ao sucesso da Rússia e da China na esfera militar. Segundo o jornal, a criação de um sistema de mísseis pode levar cerca de 10 anos.

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